A preocupação com a vacinação dos filhos não termina quando eles deixam a infância. A Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) prevê uma série de doses que devem ser ministradas na idade entre 11 e 19 anos, incluindo atualizações de novas vacinas que não estavam disponíveis anteriormente. Porém, metade delas não está disponível na rede pública de saúde.

Para garantir todas as doses recomendadas por pediatras do nascimento aos 10 anos, os pais precisam gastar R$ 10,9 mil, já que nem todas as vacinas e doses são ofertadas no Calendário de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Sbim recomenda 12 vacinas entre os 11 e 19 anos. Dessas, seis são ofertadas na rede pública. A vacina contra a febre amarela, tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche) e hepatite B estão disponíveis pelo SUS e, nesses casos, os adolescentes podem tomar a dose em qualquer idade. Já a meningite C deve ser dada entre 12 e 13 anos. Esse reforço é uma atualização para garantir a proteção até mesmo de crianças que tomaram a vacina meningocócica no passado, que protege contra vários tipos de meningite. Isso porque estudos mostraram que em longo prazo, vacinas conjugadas revelaram diminuição da proteção. Outra atualização deve ser feita até 12 anos. É a vacina quadrupla viral, evolução da tríplice viral. Além de sarampo, caxumba e rubéola, ela imuniza contra varicela, a catapora.

Entre as vacinas não disponíveis no SUS, estão a contra hepatite, dengue e meningite B.

HPV

Uma das principais vacinas para adolescentes é contra o HPV. O SUS oferta a vacina para meninas até 14 anos e, no caso dos meninos, entre 12 e 13 anos.

 

Fonte: O Tempo Online ||

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