Um clássico do cinema de 1992, com Rebecca de Mornay. Este filme conta a história de uma mulher que não tinha família. Passa-se por babá e tenta roubar uma pra si. A mão que balança o berço pode ser entendida desta maneira; “cuidado com quem você delega para cuidar de suas coisas”.

Podemos fazer uma analogia aos políticos brasileiros. No filme, uma babá cuida de um bebê, o futuro da família. No Brasil, a política brasileira deveria fazer o mesmo papel, primar pelo futuro deste País, mas não o faz, é psicopata como a personagem.

A psicologia não tem um diagnóstico único. Várias podem ser as causas para que uma pessoa seja psicopata. Genética (mais fácil de ser detectada no Brasil, é como o ditado, filho de peixe, peixinho é), meio em que vive, pré-disposição, a falta do reconhecimento da autoridade de quem os educa. Estas podem ser elencadas como as principais certezas deste mal. E neste sentido, a política brasileira não escapa uma vírgula ao mesmo diagnóstico, é psicopata, mata sem demonstrar remorso.

Um dos tratamentos mais recorrentes consiste em expor os indivíduos psicopatas a relatos de vítimas e à leitura e visionamento de livros e filmes que tenham como pano de fundo o sofrimento incutido em vítimas deste tipo de crimes.

Mas aos políticos isso não faz efeito algum. Todos sabem dos resultados de ações, dão de ombros e continuam a roubar.

Como diz Ilana Casoy, especialista em serial killers: “Há dois tipos de cura para um psicopata: prisão ou morte”.

O Brasil tem um dos maiores nomes da psicologia no mundo, Dr. Sergio Moro. Seguidor de Ilana Casoy. Seu tratamento…??? Prisão e com resultados surpreendentes. Prende um, este um mostra outro. Entretanto, como uma andorinha só não faz verão,

vamos ajudar nosso Zorro. Fazer o serviço completo. Ele prende e nós matamos, não reelegemos.

Seus sucessores sabendo da pena de morte como arma da população, não roubarão mais. Assim sendo, nossos impostos serão destinados às nossas necessidades, hospitais, creches, UTIs, boas estradas… Não às suas fazendas, triplex, carrões e outros…

Matando-os, consequentemente, nós viveremos. Viva a pena capital, aqui faz sentido…

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