Um ano e três meses após o início das obras de construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), apenas 30% do cronograma foi cumprido.
Apesar da ?lentidão?, o engenheiro da Lamar Engenharia e Comércio, Luiz Augusto Paradinha Rêgo, responsável pela obra, explicou que a parte mais complicada já está concluída, porém não determinou um prazo para a conclusão dos trabalhos. A previsão inicial para a entrega era março do ano que vem.
Atualmente 10 operários trabalham na obra cujo projeto inclui a instalação de quatro módulos de reatores, quatro aeradores, quatro decantadores secundários e oito leitos de secagem, totalizando 43.500 metros quadrados de construção. De acordo com o engenheiro, 40% da construção das lagoas de tratamento já estão prontas.
Em virtude das condições do terreno, as estacas inicialmente estimadas para medirem (na média) 20 metros, foram cravadas com 27 metros o que, implicou em um acréscimo de custo da obra na ordem de 35% a 40%.
A empresa recebeu até agora R$1 milhão para a execução da obra e tem a receber atualmente R$1,3 milhão. Resta saber se após a Caixa Econômica liberar os recursos do Governo Federal, a administração municipal terá condições de arcar com a parte que lhe cabe ? contrapartida, o que se não acontecer, poderá levar à paralisação da obra que está orçada em R$ 10.261.606,86.
Após o término da construção da ETE, não está garantido o tratamento do esgoto produzido na cidade, uma vez que a interligação do esgoto produzido com a canalização paralela ao rio ainda está longe de ser realidade.

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