Na madrugada de quinta-feira (11), a Policia Militar recebeu uma denúncia anônima de que um suspeito de integrar a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital),  estava vindo de São Paulo para a cidade de Formiga, e havia acabado de adquirir uma arma de fogo.

Ainda segundo a denúncia, o homem, que é conhecido no meio policial por envolvimento com o tráfico de drogas, estaria em um ônibus da Viação Campo Belo, que vinha em direção à cidade.

De posse das informações, foi montada uma equipe de policiais militares que se deslocaram até o trevo da BR 354, onde após o ônibus ter parado em um ponto de desembarque próximo ao referido trevo, o suspeito denunciado, um homem de 45 anos, desembarcou e foi abordado pelos militares.

Ao ser submetido a uma busca pessoal, foram encontrados em poder do suspeito, uma arma de fogo, calibre .38, da marca  Rossi, municiada com 06 cartuchos intactos, prontos pra uso, dentro do coldre.  Ainda na bagagem do suspeito, foram encontrados mais 42 cartuchos intactos do mesmo calibre, além de  01 telefone celular.

Polícia Militar de Formiga prende homem por porte ilegal de arma de fogo apreende arma de fogo e munições 2

Munição apreendida com o suspeito

Segundo o suspeito, ele havia pagado R$2000,00 reais pela arma.

Ao final da ação policial, o homem foi preso em flagrante delito por porte ilegal de arma de fogo, sendo ele conduzido até o plantão da Delegacia Regional de Formiga, junto com as munições e celular apreendidos, onde ele foi entregue para a autoridade policial competente que ratificou a sua prisão.

A organização criminosa conhecida como Primeiro Comando da Capital ficou conhecida em 2006 após uma onde de ataques, que começaram no mês de agosto daquele ano, que culminou na morte de vários civis e membros das forças de segurança. Na época, pelo menos 90 ônibus foram incendiados em dezenas de cidades, como São Paulo e região metropolitana e foram orquestrados ataques aos departamentos de polícia, corpo de bombeiros, e agências bancárias. Na época, as informações davam conta de que as ações ocorriam em protesto contra as condições do sistema carcerário paulista.

Em 2012, foram feitos novos ataques e há casos constantes de ações do grupo que já possui membros em várias cidades do país.

 

 

Redação do Jornal Nova Imprensa

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