Nesta quinta-feira (2), completa-se um mês que a adolescente Maria Eduarda Aparecida Silva, de 15 anos, foi assassinada em Formiga. O corpo dela foi encontrado cinco dias depois do crime em um matagal na Vila Didi.

O caso causou grande comoção em Formiga e repercutiu em todo o país.

O inquérito que investiga a morte dela foi relatado e enviado à Justiça pela Polícia Civil. Segundo informou o delegado regional, Tiago Veiga, o documento foi encaminhado na quinta-feira passada (25). 

O autor, de 26 anos, foi preso e confessou ter asfixiado e matado a garota depois de ter abusado sexualmente dela. De acordo com a Polícia Civil, ele foi indiciado pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), e por estupro.

Ainda segundo o policial, o laudo da perícia confirmou que ela foi morta por asfixia. O autor disse, no dia da prisão, que deu uma gravata na vítima até desacordá-la e depois usou a blusa da própria vítima para estrangulá-la

Reação da sociedade

Além das milhares de manifestações de indignação por meio das redes sociais e da presença de centenas de pessoas em um ato de protesto pela morte da adolescente, realizado no Mirante do Cristo no dia 14 de junho, o crime culminou no desenvolvimento de ações que visam a proteção das mulheres.

Uma dessas ações é fruto de uma parceria entre o Coletivo Irmandade das Flores e o projeto Tatame do Bem: aulas de defesa pessoal.

Uma vez por semana é postada no Instagram do coletivo um vídeo em que são ensinadas, por professores do Tatame do Bem, técnicas de defesa que poderão evitar que mulheres sejam vítimas de crimes violentos e abusos.

Fonte: G1

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