O bloqueio do WhasApp por 48 horas teria como motivo a investigação de um homem que foi preso pela Polícia Civil de São Paulo em 2013, acusado de latrocínio, tráfico de drogas e associação ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A informação é de Brenno Grillo, do site “Consultor Jurídico”.

De acordo com a publicação, no mês de novembro, depois de ficar preso preventivamente por dois anos, ele foi solto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em Habeas Corpus.

O suspeito é acusado de trazer cocaína da Colômbia e maconha do Paraguai. Ele teve sua prisão preventiva decretada em outubro de 2013, mas a sentença de primeira instância foi prolatada somente em novembro de 2015. O homem teria sido condenado a 15 anos e dois meses de prisão, mas teve o direito de responder em liberdade, até o trânsito em julgado do processo.

Porém, a decisão que determinou sua soltura ressalta que ele deveria permanecer no endereço indicado ao juízo, informando eventual transferência e atendendo aos chamamentos judiciais.

 

A publicação conclui que durante a investigações envolvendo esse homem, a Justiça solicitou ao Facebook, que é dono do WhatsApp, informações e dados de usuários do aplicativo. No entanto, como a empresa não atendeu aos pedidos, a 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo determinou que as operadoras de telecomunicações bloqueiem  os serviços do aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas.

O Tempo

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