Um amistoso decisivo, sem pinta de exibição ou circo. O maior clássico do mundo, mas que não vale título e não é jogo de Copa do Mundo. Duas visões distintas que convivem em um mesmo jogo: o confronto entre Brasil e Itália nesta terça-feira, no Emirates Stadium em Londres, às 17h45m (de Brasília). Duas visões expressas pelos dois comandantes das equipes que reúnem o maior número de títulos mundiais e estão rigorosamente empatadas em números no retrospecto do confronto entre elas.
A partida, que terá transmissão ao vivo da Rede Globo e acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM, será um tira-teima. Em 12 jogos entre os dois países, foram cinco vitórias e 19 gols para cada time, com dois empates que aconteceram justamente nos dois últimos confrontos – um 3 a 3 no Torneio da França em 1997 e o 0 a 0 na final da Copa do Mundo de 1994, decidida nos pênaltis a favor do Brasil.
A última vez que uma das seleções saiu vitoriosa no confronto direto foi quando os brasileiros derrotaram a Itália em solo italiano, por 1 a 0, em um amistoso em Bolonha, em 1989. Portanto, é uma igualdade que já dura quase 20 anos.
Para Dunga, técnico da seleção dona do maior número de títulos mundiais, com cinco ao todo, esse passado não é suficiente para elevar a partida a um status de confronto decisivo, já que não há troféus nem pontuação em jogo, muito menos o risco de ser eliminado.

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