As estratégias estão sendo traçadas, mas as reclamações sobre a falta de médicos nos postos de saúde continuam por parte da população.
Um morador do bairro Alvorada, que precisou de atendimento médico esta semana por ter sofrido um acidente de moto, se queixa que foi até o posto de saúde daquele bairro e que não tinha médico para atender os pacientes.
A explicação obtida foi de que o posto do bairro Alvorada ficará sem médico até segunda-feira (15), porque a atual médica responsável, Ana Renata, está de licença. Ela irá assumir o lugar do médico Luiz Nazareno, que agora atende no posto do Centro.
Na reunião de segunda-feira (8) da Câmara Municipal, os vereadores Moacir Ribeiro/PMDB e José Gilmar Furtado (Mazinho/DEM) informaram que várias pessoas os procuraram para reclamar do fechamento do posto nas imediações da Vila Didi, próximo ao Tiro de Guerra. A Estratégia Saúde da Família que atendia no local foi transferida para o posto de saúde do bairro Sagrado Coração de Jesus. Porém, muitos moradores reclamam das dificuldades de se deslocarem até o local, principalmente as pessoas mais velhas.
A coordenadora de atenção básica da Secretaria de Saúde, Fabiane Magela Ribeiro, esclarece que há dificuldades em encontrar um imóvel adequado, visto que aquele bairro tem poucas opções de casas para alugar. Segundo ela, três imóveis já foram visitados, mas não passaram pela vistoria da Vigilância Sanitária. Construir um posto de saúde demoraria muito tempo e demandaria alto investimento, por isso, até que se encontre um local adequado, não tem como voltar o posto para a região de origem.
O vereador Mazinho também foi procurado por vários moradores do bairro Água Vermelha, que se depararam nos últimos dias com uma placa informando que só haverá atendimento médico no local às terças e quintas-feiras. Fabiane Ribeiro explicou que o médico que atende no referido posto (Dr. Ives) foi nomeado responsável técnico do Pronto Atendimento Municipal (PAM), pois o então responsável (Dr. Leopoldo) pediu demissão por esses dias. De acordo com a coordenadora de atenção básica, vai ter atendimento médico três vezes por semana para a população não ficar descoberta, mas a situação é provisória, garante Fabiane Ribeiro.

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