A diretora do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos Rochelle Walensky anunciou nessa quinta-feira (13), uma série de flexibilizações para as pessoas que estiverem totalmente vacinadas no país, sugerindo que os imunizados poderão “voltar a fazer o que faziam antes da pandemia”.

A diretriz foi emitida no mesmo dia em que o país começou a vacinar adolescentes entre 12 e 15 anos com a vacina da Pfizer/Biontech. Em coletiva de imprensa, a diretora indicou que o uso de máscaras passa a não ser necessário em lugares fechados para tal público, ainda que com exceções, como em viagens.

Segundo Walensky, a melhora no quadro pandêmico do país levou a tal situação. “As vacinas estão se mostrando eficientes contra variantes circulando nos EUA”, disse. Segundo ela, a liberação do uso da vacina da Pfizer em jovens entre 12 e 15 anos é importante, uma vez que ajuda na imunização do maior número de pessoas possível.

Ainda assim, “se as coisas ficarem piores, há chances de voltarmos atrás nas recomendações”, ponderou. Na coletiva, membros do conselho da Casa Branca reforçaram que “70% dos adultos vacinados em 4 de julho é um objetivo crítico”, meta que a administração vem postulando.

Vacinação de adolescentes

Adolescentes entre 12 e 15 anos podem receber a vacina anticovid da Pfizer/BioNtech nos Estados Unidos a partir dessa quinta-feira (13), depois que o uso deste imunizante foi estendido para essa faixa etária, que representa 17 milhões de pessoas no país. “É mais um passo gigante em nossa luta contra a pandemia”, disse o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na quarta-feira (12), incentivando os pais a vacinarem seus filhos.

“A vacina para crianças entre 12 e 15 anos é segura, eficaz, acessível, rápida e gratuita”, declarou, acrescentando que 15 mil farmácias de todo país devem estar prontas para aplicá-las. A FDA, agência americana que regula o setor de alimentos e remédios, deu sua aprovação na segunda-feira (10), após revisar dados de testes clínicos feitos com cerca de 2.000 jovens.

Fonte: Itatiaia

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