Dia Mundial de Combate à Tuberculose é celebrado nesta terça

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura.

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura.

Nesta terça-feira (24) é celebrado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, doença contagiosa que ataca principalmente o pulmão, transmitida pelo ar, em locais pouco ventilados e com aglomerações.

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura. Entretanto, a desinformação, a dificuldade de aderência da população ao tratamento e a resistência microbiana ao medicamento são fatores agravantes no controle da TB.
Os fatores que facilitam o surgimento da doença são: Ambientes suscetíveis à contração de vírus, como hospitais e redes de saúde em geral; ter idade avançada; predisposição genética; desnutrição; e uso de drogas ilícitas, entre outros.

Portadores de HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) têm maiores possibilidades de contrair a tuberculose, já que sua imunidade se encontra em um nível muito inferior.
Os sintomas

Emagrecimento, canseira, febre baixa no final do dia, suor à noite e tosse com expectoração são os sintomas da Tuberculose. Podem também existir gânglios no pescoço. A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico. Se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas.

A data
O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado, em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.
A data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch. Este foi um grande passo na luta pelo controle e eliminação da doença que, na época, vitimou grande parcela da população mundial e hoje persiste com 8 milhões de doentes e 3 milhões de mortes anuais.

No Brasil, são 50 milhões de infectados e uma média anual de aproximadamente 100 mil casos novos e 6 mil óbitos pela enfermidade. Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza, desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores que contribuem para a disseminação da doença.

Nos últimos anos, o Brasil e o mundo vêm ampliando esforços para o controle da tuberculose, que continua sendo um grande problema de saúde pública, essencialmente em função do aparecimento da aids, do aumento do processo migratório e da pobreza. Os índices da doença, que diminuíam gradativamente na década de 80, voltaram a crescer nos anos 90, associados ao também risco de aparecimento de bacilos resistentes.

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Dia Mundial de Combate à Tuberculose é celebrado nesta terça

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura.

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura.

 

Nesta terça-feira (24) é celebrado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose, doença contagiosa que ataca principalmente o pulmão, transmitida pelo ar, em locais pouco ventilados e com aglomerações.

A doença é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, mas com potencial de cura. Entretanto, a desinformação, a dificuldade de aderência da população ao tratamento e a resistência microbiana ao medicamento são fatores agravantes no controle da TB.

Os fatores que facilitam o surgimento da doença são: Ambientes suscetíveis à contração de vírus, como hospitais e redes de saúde em geral; ter idade avançada; predisposição genética; desnutrição; e uso de drogas ilícitas, entre outros.

Portadores de HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) têm maiores possibilidades de contrair a tuberculose, já que sua imunidade se encontra em um nível muito inferior.

 

Os sintomas

Emagrecimento, canseira, febre baixa no final do dia, suor à noite e tosse com expectoração são os sintomas da Tuberculose. Podem também existir gânglios no pescoço. A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico. Se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas.

 

A data

O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado, em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.

A data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch. Este foi um grande passo na luta pelo controle e eliminação da doença que, na época, vitimou grande parcela da população mundial e hoje persiste com 8 milhões de doentes e 3 milhões de mortes anuais.

No Brasil, são 50 milhões de infectados e uma média anual de aproximadamente 100 mil casos novos e 6 mil óbitos pela enfermidade. Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza, desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores que contribuem para a disseminação da doença.

Nos últimos anos, o Brasil e o mundo vêm ampliando esforços para o controle da tuberculose, que continua sendo um grande problema de saúde pública, essencialmente em função do aparecimento da aids, do aumento do processo migratório e da pobreza. Os índices da doença, que diminuíam gradativamente na década de 80, voltaram a crescer nos anos 90, associados ao também risco de aparecimento de bacilos resistentes.

Redação do Jornal Nova Imprensa Pneumologia Sanitária do Ministério da Saúde e segs.com.br

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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