Por: Chico Maia

O futebol feminino no Brasil é embrionário, começando querer se tornar profissional agora. A prática é pouco desenvolvida no país, raros incentivos e ainda enfrenta desconfianças e preconceitos. A dura realidade é que quase não há entusiasmo do torcedor brasileiro com o futebol das mulheres. Pode ser, que talvez, daqui há muitos anos o quadro mude.

Países como os Estados Unidos, Alemanha, Suécia e Noruega, que têm tradição nesta modalidade, começaram a incentivar a prática nos anos 1970, levando o futebol feminino inclusive para as escolas e universidades.

A seleção que disputou a Copa da França fez muito mais bonito do que o esperado, em função das condições físicas precárias das principais jogadoras e das dificuldades do período de preparação. E não será fácil a reposição de peças para vagas que serão deixadas por Marta e demais colegas mais veteranas, que carregaram o time nessa Copa.

Vadão e qualquer treinador da seleção tem e continuará tendo as maiores dificuldades possíveis, a começar pela “conta do chá” de jogadoras de qualidade. Se no masculino não estamos vendo o surgimento de craques como em outros tempos, imagine no feminino.

 

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