Fazenda Velha: Falta de vias alternativas, em razão da demolição de ponte, resulta em problemas para alunos e professores

Professores e alunos foram obrigados a seguir a pé até a escola em meio ao atoleiro.

Professores e alunos foram obrigados a seguir a pé até a escola em meio ao atoleiro.

A chuva que caiu no domingo (31) causou transtornos para alunos e professores da Escola Municipal José João de Melo, na comunidade rural de Fazenda Velha, na manhã desta segunda feira (1º).
Eles foram obrigados a abandonar as duas vans que ficaram presas em um dos atoleiros que se formaram ao longo da estrada em trecho que não recebeu brita ou cascalho, após a raspagem por patrola e seguiram à pé até a escola .
As estradas que poderiam servir de alternativa para o contorno do trecho interrompido com a retirada da ponte de madeira que será substituída por uma de concreto armado, são muito estreitas, com curvas acentuadas e em alguns pontos bem íngremes, o que inviabiliza a passagem simultânea de mais de um veículo, em longos trechos, o que pode representar maior perigo para os usuários.
O portal esteve no local e entre os comentários a respeito, ouvidos na região e no pátio da Escola; notou que a reclamação é geral e ninguém entende porque só um determinado trecho da estrada mereceu o tratamento ?vip? de alargamento e colocação de brita na pista de rolamento. ?Retiraram a ponte, que reconheço estava em péssimas condições, mas, acredito que o bom senso deveria determinar que antes disso, deixassem alternativas de acesso viáveis a esta região. Confira a outra ponte de madeira que está logo aí abaixo e me diga o que ocorrerá quando por ela passar um veículo mais pesado, por exemplo, o caminhão de leite?, disse um experiente motorista que lá se encontrava.
As vans conduzidas pelos senhores Berreco e Leandro, que transportam os professores e os alunos, só conseguiram se livrar do atoleiro com a ajuda de outro veículo (trator).
A Prefeitura, certamente deverá cuidar rapidamente do problema, pois, conforme apurado, pelo trecho em questão, o mais prejudicado pela chuva, passam diariamente 6 vans (doze viagens de ida e volta) com destino à escola, além do caminhão leiteiro e de pessoas que trabalham ou habitam nas redondezas, inclusive na escola.
Em matéria publicada pelo jornal Nova Imprensa no dia 22 de maio, sob o título: ?Fazenda Velha, estrada nova?, a Prefeitura oficialmente havia informado que os acessos secundários, tinham sido recuperados para que moradores e produtores pudessem continuar a transitar pela região, o que, como visto, se foi feito, bastou algumas horas de chuva para impedirem o tráfego nos longos trechos que não receberam o mesmo tratamento daquele mais próximo da MG-354, em um dos três acessos que atendem a populosa comunidade.
Mais uma vez ouvida a respeito, a Secretaria de Comunicação informou, na tarde desta segunda-feira (1º), que a Prefeitura verificará o que de fato houve, para corrigir alguma falha e tomar as providências cabíveis para solucionar o problema, que pode ter sido causado pela chuva.

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Fazenda Velha: Falta de vias alternativas, em razão da demolição de ponte, resulta em problemas para alunos e professores

Professores e alunos foram obrigados a seguir a pé até a escola em meio ao atoleiro.

Professores e alunos foram obrigados a seguir a pé até a escola em meio ao atoleiro.

A chuva que caiu no domingo (31) causou transtornos para alunos e professores da Escola Municipal José João de Melo, na comunidade rural de Fazenda Velha, na manhã desta segunda feira (1º).

Eles foram obrigados a abandonar as duas vans que ficaram presas em um dos atoleiros que se formaram ao longo da estrada em trecho que não recebeu brita ou cascalho, após a raspagem por patrola e seguiram à pé até a escola .

As estradas que poderiam servir de alternativa para o contorno do trecho interrompido com a retirada da ponte de madeira que será substituída por uma de concreto armado, são muito estreitas, com curvas acentuadas e em alguns pontos bem íngremes, o que inviabiliza a passagem simultânea de mais de um veículo, em longos trechos, o que pode representar maior perigo para os usuários.

O portal esteve no local e entre os comentários a respeito, ouvidos na região e no pátio da Escola; notou que a reclamação é geral e ninguém entende porque só um determinado trecho da estrada mereceu o tratamento “vip” de alargamento e colocação de brita na pista de rolamento. “Retiraram a ponte, que reconheço estava em péssimas condições, mas, acredito que o bom senso deveria determinar que antes disso, deixassem alternativas de acesso viáveis a esta região. Confira a outra ponte de madeira que está logo aí abaixo e me diga o que ocorrerá quando por ela passar um veículo mais pesado, por exemplo, o caminhão de leite”, disse um experiente motorista que lá se encontrava.

As vans conduzidas pelos senhores Berreco e Leandro, que transportam os professores e os alunos, só conseguiram se livrar do atoleiro com a ajuda de outro veículo (trator).

A Prefeitura, certamente deverá cuidar rapidamente do problema, pois, conforme apurado, pelo trecho em questão, o mais prejudicado pela chuva, passam diariamente 6 vans (doze viagens de ida e volta) com destino à escola, além do caminhão leiteiro e de pessoas que trabalham ou habitam nas redondezas, inclusive na escola.

Em matéria publicada pelo jornal Nova Imprensa no dia 22 de maio, sob o título: “Fazenda Velha, estrada nova”, a Prefeitura oficialmente havia informado que os acessos secundários, tinham sido recuperados para que moradores e produtores pudessem continuar a transitar pela região, o que, como visto, se foi feito, bastou algumas horas de chuva para impedirem o tráfego nos longos trechos que não receberam o mesmo tratamento daquele mais próximo da MG-354, em um dos três acessos que atendem a populosa comunidade.

Mais uma vez ouvida a respeito, a Secretaria de Comunicação informou, na tarde desta segunda-feira (1º), que a Prefeitura verificará o que de fato houve, para corrigir alguma falha e tomar as providências cabíveis para solucionar o problema, que pode ter sido causado pela chuva.

 

Redação do Jornal Nova Imprensa

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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