A administração municipal de Formiga divulgou nesta segunda (14), o resultado de mais um Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa). O quarto de 2019.

O índice de infestação predial foi de 2,1, considerado de médio risco para epidemia da doença. O LIRAa anterior ocorreu em agosto passado e teve um índice de 2,9. O primeiro levantamento foi em janeiro com um índice de 3,8 e o segundo em maio, com 4,7.

Em outubro de 2018, o resultado do LIRAa foi 2,5, número um pouco maior que o registrado neste ano. 

Segundo os parâmetros usados, 0 a 0,9 a cidade enquadra-se na situação de baixo risco, enquanto que de 1,0 a 3,9 o risco é considerado médio. Acima de 4,0 o risco é alto.

O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti foi realizado na semana passada. No total, 1.858 imóveis foram vistoriados pelos agentes de Controle de Endemias entre os dias 7 e 10 deste mês. Foram recolhidas amostras de lava de mosquito em residências, terrenos baldios e comércio. O índice indica que a cada cem imóveis formiguenses, 2,1 têm foco do mosquito Aedes aegypti.

“Mesmo que o LIRAa tenha apresentado números menores que os de agosto e que os do mesmo período do ano passado, é importante que a população continue atenta, pois estamos vindo de uma temporada de seca e, com o início das chuvas, o risco só aumenta”, comentou o coordenador do setor de Controle de Endemias, Carlos Antônio de Castro. Ele ressaltou ainda que, como nos últimos levantamentos, o maior número de focos do mosquito foi encontrado em residências.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta para cuidados básicos: não deixar água parada em recipientes, deixar garrafas que estão ao ar livre de boca para baixo, recolher pneus que estejam expostos ao tempo e não acumular lixo. “A essa altura é de conhecimento comum as formas de combate à proliferação do Aedes aegypti, que além da dengue também transmite a zica e a chikungunya. O importante agora é que as pessoas se conscientizem que se cada um fizer a sua parte seremos muito mais bem-sucedidos no combate a essas doenças”, finalizou Antônio Carlos.  

Imprimir