Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, em Formiga, o setor de extrativa mineral teve 15 contratações e 6 desligamentos, ou seja, 9 vagas garantidas (25,71%). A indústria de transformação registrou 200 admissões, 149 baixas, terminando o mês com 51 contratados (1,26%). A construção civil, que teve saldo negativo de -18 vagas em setembro, voltou a ter saldo positivo e terminou outubro com 21 trabalhadores empregados (0,86%): foram 207 admissões e 186 demissões.
As contratações de fim de ano movimentaram o comércio, que obteve 190 admissões, 166 desligamentos, ou seja, saldo de 24 vagas, uma variação de 0,67%. Na área de serviços, foram 52 vagas garantidas (1,38%), resultantes de 178 contratações e 126 baixas.
Na contramão da geração de emprego ficaram o setor de administração pública, com 10 contratados, 20 demitidos, o que representa menos 10 pessoas no mercado de trabalho (variação de -1,36%). Por fim, vem a agropecuária, que também fechou negativo, com 43 admissões contra 46 desligamentos, -3 vagas ou -0,42%.
No acumulado dos primeiros 10 meses do ano, o saldo de empregos em Formiga foi de 1.709 postos de trabalho (12,43%), ao todo, foram 9.362 pessoas contratadas e 7.653 demitidas. Já no período de um ano, houve 10.934 admissões, 9.816 desligamentos, o que significou um saldo de 1.118 pessoas no mercado, uma variação de 7,77%.

Geração de empregos em MG é a segunda maior do país

Nos primeiros 10 meses do ano, Minas Gerais foi responsável pela criação de 298.143 novos empregos com carteira assinada. O desempenho é o segundo melhor do país, sendo superado apenas por São Paulo. O crescimento de 8,51% foi anunciado, na tarde de sexta-feira (19), em Brasília (DF), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base no levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
De acordo com os dados do Caged, em outubro de 2010 foram gerados 14.516 empregos celetistas, equivalentes a uma expansão de 0,38% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Em termos absolutos, este desempenho foi o segundo melhor de toda a série histórica do Caged, sendo superado apenas pelo ocorrido em outubro de 2009 (+15.898 postos). Apenas a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) foi responsável por um aumento de 12.305 postos de trabalho (+0,84%) no mês passado. No acumulado do ano, a RMBH obteve recorde absoluto e relativo com a geração de 114.883 (+8,41%) empregos.
A expansão em Minas Gerais pode ser explicada pelo crescimento, principalmente, nos setores de serviços (8.648 postos), do comércio (8.245 empregos), da indústria de transformação (5.053 postos) e da construção civil (3.887 postos) cujos saldos superaram, especialmente, a queda de 11.852 postos na agropecuária, em função das atividades ligadas ao cultivo do café.
Também nos últimos 12 meses, o Estado registrou acréscimo no nível de emprego verificando-se uma alta de 7,75%, ou seja, 273.360 postos de trabalho. Em termos absolutos, este resultado foi o segundo melhor da região Sudeste, sendo superado somente pelo registrado em São Paulo (686.303 postos).
A evolução do emprego formal nos municípios com mais de 30 mil habitantes indica que, além de Belo Horizonte, os 10 municípios que apresentaram maior crescimento no número de postos formais de trabalho foram Betim, Uberlândia, Contagem, Ipatinga, Uberaba, Juiz de Fora, Montes Claros, Divinópolis, Poços de Caldas e Nova Lima.
Os dados do Caged revelam que, em outubro, o Brasil gerou 204.804 empregos celetistas, equivalentes à expansão de 0,58% no estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. No acumulado do ano, os números mostram um acréscimo de 2.406.210 empregos (7,29%), desempenho inédito do mercado de trabalho formal na série histórica do Caged para o período. Em nível geográfico, todas as cinco regiões obtiveram elevação do emprego, com a região Sudeste liderando, ao responder por 92.594 postos de trabalho (0,48%), seguida pelo Nordeste (53.291 postos ou 0,98%), que, além de registrar saldo recorde, revelou a maior taxa de crescimento do emprego no mês.

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