Apesar das recentes chuvas, a situação dos reservatórios que abastecem a Região Metropolitana de Belo Horizonte continua a preocupar. A afirmação é da presidente da Copasa, Sinara Meireles, durante a segunda reunião da força-tarefa para gerir a crise hídrica em Minas Gerais, nesta segunda-feira (9), em Brasília (DF).

Com as últimas chuvas, os reservatórios que alimentam a Grande BH registraram uma pequena melhora nos níveis de água, passando de 29,5% para 30,1%. Ainda assim, o janeiro de 2015 apresentou uma diferença negativa em comparação com 2014 e 2013, com registros de 38,9% e 55,6%, respectivamente.

Obras

No segundo encontro, nesta segunda-feira, foram apresentados detalhamentos de obras e projetos relacionadas à gestão da água no estado, que servirão de base para futuras ações do governo estadual.

Uma nova reunião foi marcada para esta quarta-feira (11), entre a equipe da força-tarefa e os ministérios da Integração Nacional e das Cidades. O conteúdo dos projetos também será apresentado no encontro para buscar o apoio da União para o plano de crise.

O encontro da força-tarefa também reuniu informações para a apresentação da posição oficial do Governo do Estado, na próxima quinta-feira (12), na reunião do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. O conselho integra os órgãos públicos, setor produtivo e sociedade civil organizada, visando assegurar o controle da água e sua utilização em quantidade e qualidade.

A reunião contou com representantes das Secretarias de Estado de Governo (Segov), Planejamento e Gestão (Seplag), Transporte e Obras Públicas (Setop), Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana (Sedru) e Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor), além da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Ruralminas, Defesa Civil e Fundação HidroEX.

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