Nesta segunda- feira (19), cerca de 1.450 professoras grávidas voltaram às aulas nas redes municipais e estaduais de ensino. Elas estavam afastadas por causa do risco de contaminação pela nova gripe.
Enfim na sala de aula. Keila Aparecida Rabelo, grávida de quatro meses, ficou afastada por 45 dias. Ela diz que sentiu a falta do trabalho. Em Minas Gerais, 1.450 professoras das redes municipais e estaduais de ensino estão liberadas para voltarem ao trabalho. A recomendação do afastamento das gestantes foi suspensa pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Nova Gripe, depois que os casos diminuíram.
O aumento da temperatura diminui a incidência de doenças respiratórias. Com isso fica mais difícil uma pessoa ser contaminada pelo vírus. Mesmo assim, continua o alerta. As salas de aula devem continuar bem ventiladas, com portas e janelas abertas. E, se aparecer qualquer sintoma de gripe, a professora deve procurar atendimento médico.
A licença terminou, mas as professoras grávidas podem continuar afastadas por determinação médica, basta o obstetra emitir um atestado.

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