Enquanto o governo municipal mostrava a área onde se instalará o novo Aterro Sanitário, na Serrinha, para representantes de diversas entidades e associações especialmente convidadas para o evento e promovia, em alusão ao Dia da Árvore, o simbólico plantio de árvores, todas devidamente identificadas com os nomes das entidades ali representadas, a Polícia Ambiental verificava a ocorrência de um novo crime ambiental, cometido pela construtora que numa atitude inédita, represara, segundo a denúncia, as águas do córrego que corta a propriedade, deixando moradores a jusante, por dois dias sem o precioso líquido que, armazenado era espargido na estrada de acesso por um caminhão pipa, oferecendo assim, maior conforto aos visitantes, eliminando de certa forma a incômoda poeira.
Até a tarde da quarta-feira, a Polícia Ambiental aguardava a visita de representante da construtora que, segundo apuramos, apresentaria documento que permitia tal ato.
A denúncia foi formulada por membros da Fucoma que também estranharam o fato de que, mesmo os membros do Codema ? Conselho Municipal de Meio Ambiente, foram impedidos por um funcionário municipal de chegarem ao local onde se represou a água e se instalou a bomba para retirada da mesma, apesar de ser um local público em dia em que a visitação pública estava até sendo incentivada.
O secretário de Meio Ambiente, ouvido a respeito, disse estar aguardando a chegada de um representante da construtora que melhor explicaria as razões e em que documento se baseou para tomar tal iniciativa

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