A administração Moacir Ribeiro certamente passará para a história deste município como aquela que mais trabalho trouxe para o Ministério Público e Judiciário, se verificarmos o enorme número de ações propostas, muitas destas ainda em andamento contra o próprio prefeito e alguns daqueles que compuseram seu staff, muitos destes conhecidos por boa parcela dos formiguenses como integrantes do grupo dos “importados”.

Mas, para sermos justos, devemos reconhecer que também um razoável número de formiguenses que fizeram parte daquela equipe, acabou tendo seus nomes envolvidos em inquéritos instaurados pelo Ministério Público, muitos destes (inquéritos) transformados em ações que não tiveram ainda seu curso no Judiciário, dado como definitivamente concluído.

O que se sabe é que a “caça as bruxas” ainda está em andamento e a cada dia se tem notícia de situações que nos levam a acreditar que de fato, o mínimo controle recomendável aos que deviam gerir a coisa pública, andou bem afastado ou sequer passou perto dos gabinetes e salas da “Casa Goiaba” e de muitos de seus inúmeros  penduricalhos espalhados pelos quatro cantos desta cidade.

O grande volume de credores que ficaram no prejuízo, ao menos até agora, hoje rezam para que o prefeito recém-eleito consiga dar prosseguimento à administração mais austera, objetiva e confiável, inaugurada pelo vice Eduardo Brás, para que vislumbrem uma luzinha no fim do túnel, capaz de fazer-lhes acreditar que uma hora o calote se transformará em quitação daquilo que lhes é legítimo cobrar.

Que venha o 2017 e que os novos governantes, sejam iluminados por Deus a ponto de reescreverem a história administrativa desta cidade.

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