Impressionante!
Vou iniciar esta crônica com a definição da palavra no título desta:
Indignação: é um substantivo feminino na língua portuguesa relativo a ação ou efeito de se indignar, ou seja, sentir raiva, desprezo e frustração por algo considerado ofensivo, injusto ou incorreto. “fonte: significados.com.br”
Bom, já definida, então vamos continuar…
No século XIX, apareceu um alemãozinho, físico e também filósofo, que “não teve importância alguma” com seus trabalhos nos dois campos, acho mesmo que de “pouca relevância”, um “talzinho” Albert Einsten, “pouco conhecido” mundialmente.
Ele “jamais” ganhou um prêmio, até porque suas teorias físicas ou filosóficas, “não ajudaram em nada” a humanidade.
Deixou pouca coisa escrita e acredito que “nem” um discípulo que “pudesse dar continuidade” aos seus trabalhos.
Cito abaixo uma “frasezinha” sua, de “menor reflexão”, qual “não diz quase nada de interessante”:
– “O mundo não será destruído por aqueles que fazem o mal, mas por aqueles que os olham e não fazem nada”!
Assim sendo, chegamos ao século XXI e aí sim, “encontramos” os “Verdadeiros”, “Excelentíssimos”, “Ilustríssimos”, “Senhores” e “Doutores da lei”.
O que é melhor e motivo de orgulho pra nós brasileiros, pois eles são daqui, da terra Brazilis, que dizem alguns, “é um ótimo lugar de se morar”!
Então vamos nomeá-los:
1 – Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Gilmar Mendes
2 – Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Napoleão Nunes Maia
3 – Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Admar Gonzaga
4 – Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Tárcísio Vieira
O que eles fazem?
São os “poderosos” Ministros do Tribunal Superior Eleitoral – TSE.
Estes, meus caros leitores, merecem sim nossas “palmadas”, oh desculpem, erro de digitação, “nossas palmas”, pois eles poderiam ter acatado a aclamação popular, para moralizar e começar uma verdadeira limpeza na política nacional, com todas as provas nas mãos, sobre o abuso de poder econômico, doações irregulares de campanha, além de outros, e que fizeram?
No alto de vossos pedestais, os “Senhores do Poder”, isentaram a culpa da ex e do atual presidente da República, perdendo a grande oportunidade que tiveram para dar apoio ao povo brasileiro e a exemplo de Pilatos, “lavaram as mãos”.
Na oportunidade, cito o Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Luís Roberto Barroso, onde acreditava que:
– “Amanhã vamos descobrir o Brasil”. “fonte: revista Veja”
Para ele, “o país tem uma classe política descolada da sociedade e com dificuldade de entender as ruas”. “fonte: revista Veja”.
Ledo engano, pois acreditava que a política seria passada “à limpo” e iríamos iniciar uma nova e honesta fase para o “Brasil do Futuro”, onde poderíamos dar o “pontapé inicial”, para a mudança do sistema político nacional.
Mas honra seja feita aos outros integrantes na votação:
1 – Hermam Bejamin
2 – Luiz Fux
3 – Rosa Weber
Estes sim, merecem respeito, pois tentaram, mas foram votos vencidos, na “Suprema Corte”.
Aí eu peguei o meu título de eleitor, olhei-o fixamente, vi que não tem retrato, apenas o meu nome, data de nascimento, número, “zona e seção”, logo pensei:
– Vou rasgá-lo ou colocar fogo, até porque pra fazer uso desta M§#%@, necessito de outro documento com foto, que comprove que sou eu mesmo!
Mas, como tenho alguma consciência política e de cidadania, pensei novamente:
– É melhor deixar como está, porque senão, não consigo entrar em serviço público, caso seja aprovado, nem tirar passaporte ou outra identidade, ou financiamento bancário, receber salário de instituição pública e outras penalidades a ele vinculados.
Então guardei-o, esperando ser OBRIGADO a ter de usá-lo novamente em 2018 e assim por diante, há cada dois anos, mas sinceramente, com:
– Indignação.

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