Matéria de capa publicada em nossa edição 1002, que circulou em 29 de abril, tornou pública uma denúncia formulada por mãe de alunos da Escola Municipal José João de Melo, relacionada com a merenda escolar, segundo o entendimento da reclamante.

Como de costume, também neste caso, antes de trazermos o assunto a público, ouvimos a Secretaria de Comunicação do município a respeito e inserimos a resposta obtida, no corpo da matéria.

Pois bem: inúmeras foram as críticas favoráveis e desfavoráveis à matéria conforme detectamos através de nossos controles de publicação via internet.

Críticas e sugestões, a favor ou contra nossas publicações, são sempre bem recebidas, pois, além de ser prática democrática, nos indica o alcance da matéria que, como esta, certamente terá suscitado importantes debates a respeito do assunto tratado. Aliás, assunto desta mesma ordem, hoje é manchete nas redes nacionais (merenda escolar) e nós mesmos, em edições anteriores já tínhamos trazido à baila, retratando preocupações semelhantes externadas por pais de alunos e inclusive funcionários municipais com relação a outras unidades escolares existentes no município.

A bem da verdade, e em nome do nosso compromisso com a transparência, registramos aqui que nesta semana, mais precisamente na manhã do dia 4 de maio, recebemos na redação a visita de uma professora, uma serviçal, pais de alunos, do motorista da van escolar que os conduziu e de alguns estudantes, os quais fizeram questão de nos externar a indignação deles e a defesa da direção da escola, contra as afirmativas da senhora (mãe de quatro alunos) que nos trouxe a denúncia. No entender dos ilustres visitantes, a denúncia trazida a público, foi totalmente descabida por parte de quem a formulou.

Segundo eles, foi também registrado um BO contra a denunciante, senhora Thais M. Barbosa, em busca das providências cabíveis.

O jornal, democraticamente, registra o posicionamento desta parcela que se diz representante da comunidade e afirma que, desempenhando suas funções, ouviu e publicou na íntegra o que nos foi informado pela denunciante, assim como ouviu e publicou igualmente na íntegra, a resposta oficial da outra parte envolvida a nós encaminhada via e-mail pela Secretaria de Comunicação em nome da Secretaria de Educação a quem a escola é subordinada.

Registra também que as opiniões – e foram muitas – emitidas após a divulgação da matéria pelo nosso portal Últimas Notícias, evidentemente repercutida nas redes sociais, como não poderia deixar de ser, foram algumas em defesa da escola e outras, em concordância com a denunciante. Houve outras que citaram a ocorrência de fatos semelhantes também havidos em outras escolas integrantes da rede municipal.

Pelo sim, pelo não, reafirmamos que estamos certos de que cumprimos nosso papel, enquanto órgão de imprensa. Relatamos fielmente o que nos foi denunciado e ouvimos como de costume e manda a ética, as demais partes envolvidas. Publicamos concomitantemente no mesmo espaço, a resposta oficial e concluímos que, algumas opiniões registradas ao pé da matéria, nos indicam que feliz ou infelizmente, seus autores não a leram na íntegra ou, quem sabe, não compreenderam o contido na resposta oficial emitida pelo município.

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