A Vara Criminal de Suzano decidiu soltar os três homens presos por envolvimento no massacre da Escola Raul Brasil, na região de metropolitana de São Paulo, no dia 13 de março de 2019.

Eles estavam detidos na Penitenciária 2 de Tremembé, interior paulista, e foram liberados no fim da tarde dessa quinta (13). Eles foram presos suspeitos de fornecerem armas e munições aos assassinos.

A Justiça considerou que os presos não sabiam que as armas e munições seriam usadas no crime.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que um deles vendeu aos assassinos o revólver calibre 38 utilizado no crime. O negócio foi intermediado pelo outro homem.

Ainda de acordo com a polícia, ele também vendeu as munições calibre 38 utilizadas no ataque.  O vigilante particular é suspeito de ter intermediado a venda da arma. Um quarto suspeito de participar da venda das armas foi solto pela Justiça em novembro.

Cinco alunos e duas funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil foram mortos, após os ex-alunos do colégio, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, entrarem armados na escola. Antes, os dois haviam matado o dono de uma loja da cidade. Depois do ataque, ainda dentro da escola, o adolescente matou o mais velho e se suicidou em seguida.

 

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Fonte:

Agência Brasil