O ex-senador Lindbergh Farias teve seus direitos políticos suspensos pela 2ª Vara Cível de Nova Iguaçu por cinco anos por conta dos remédios que eram distribuídos na cidade não terem o símbolo do município, mas o símbolo da gestão dele. Ele foi prefeito do município entre os anos de 2005 e 2010.

A ação civil pública foi proposta pela 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), e a conduta foi considerada irregular por caracterizar “promoção pessoal”.

Além de Lindbergh, Nelson Bornier (MDB), eleito no pleito seguinte, também foi denunciado pelo MPRJ e se tornou réu sob a mesma acusação.

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