Médicos plantonistas do Pronto Atendimento Municipal (PAM) estão, mais uma vez, com parte dos serviços paralisados. O motivo é o de sempre: falta de pagamento.

Diferentes de outra dezena de vezes em que foi realizada a “Operação Tartaruga”, com a diminuição no número de atendimentos, dessa vez, foi decretada greve e são atendidos apenas casos de urgência e emergência.

O portal tentou entrar em contato com responsáveis pela empresa que presta o serviço à Prefeitura no PAM, a Ducarmo Serviços Médicos Ltda – Epp para obter esclarecimentos sobre o problema, porém, nenhum dos dois médicos responsáveis foi encontrado.

Na página oficial da Prefeitura de Formiga na rede social Facebook, a administração, respondendo a um morador indignado com a greve informou que o atraso é de poucos dias e que a administração está indignada com a atitude da empresa. “O atendimento médico no PAM (Pronto-Atendimento Municipal) é feito por meio de uma empresa contratada pela Prefeitura de Formiga. Existe apenas um pagamento em aberto. O vencimento se deu no dia 15 de setembro. A nota foi emitida, segundo informações da Secretaria de Fazenda, no dia 11. Ou seja, seria impossível fazer o pagamento dentro do prazo, em dois dias úteis, uma vez que o processamento de uma nota dentro da administração pública leva tempo, pois depende de diversos procedimentos burocráticos previstos em lei. A nota fiscal sequer ainda havia chegado à Secretaria de Fazenda para pagamento na tarde desta terça-feira, dia 22. Esse tipo de despesa está entre as prioridades da Prefeitura e tudo está sendo feito para que seja quitada o mais rápido possível, mesmo diante da crise que assola praticamente todos os municípios do país. Ao mesmo tempo, todos na administração estão indignados com a postura da empresa e advogados da Secretaria de Saúde estão estudando o caso para ver quais medidas podem ser tomadas para que a população não seja prejudicada”.

Ainda não há informações sobre o fim da greve.

Redação do Jornal Nova Imprensa

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