MG Transplantes bate recorde em realização de cirurgias em 2014

No ano passado, a córnea foi o órgão mais doado, o que corresponde a 60% de todos os transplantes realizados

No ano passado, a córnea foi o órgão mais doado, o que corresponde a 60% de todos os transplantes realizados

O ano de 2014 foi muito positivo para o MG Transplantes. Com 2367 transplantes realizados no Estado, a unidade obteve um número recorde de órgãos captados. Como comparativo, de 2004 para cá, houve um aumento de 30,6% no número de transplantes.

Segundo o coordenador metropolitano do MG Transplantes, Omar Lopes, são vários os fatores que contribuem para isto, como o trabalho integrado com as unidades transplantadoras, o credenciamento de hospitais para realização de transplantes, certificação e estímulo à constituição de Comissões Intra Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) para a notificação de morte encefálica, além de realização de cursos de formação para profissionais em captação e doação.

?O programa de acolhimento dos familiares também ajuda a diminuir a taxa de recusa à doação, o que consequentemente reflete na melhora constante dos números. Várias outras ações educativas e campanhas são realizadas, para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos?, explica o médico. No ano passado, as negativas familiares representaram 39% das causas de Não Efetivação da Doação em Morte Encefálica.

Em 2014, a córnea foi o órgão mais doado (1416 transplantes), o que corresponde a 60% de todos os transplantes feitos no último ano. Na sequência, estão os rins (24,6%) e o fígado (3,9%). Apesar disso, a fila de espera para um transplante de rins ainda é a maior, atualmente com 2542 pessoas, considerando o grande número de doenças que acometem o órgão, e pelo fato de os pacientes recorrerem à hemodiálise enquanto esperam pelo transplante. Já a fila de espera por uma córnea continua zerada pelo segundo ano consecutivo.

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

MG Transplantes bate recorde em realização de cirurgias em 2014

No ano passado, a córnea foi o órgão mais doado, o que corresponde a 60% de todos os transplantes realizados.

No ano passado, a córnea foi o órgão mais doado, o que corresponde a 60% de todos os transplantes realizados.

 

O ano de 2014 foi muito positivo para o MG Transplantes. Com 2367 transplantes realizados no Estado, a unidade obteve um número recorde de órgãos captados. Como comparativo, de 2004 para cá, houve um aumento de 30,6% no número de transplantes.

Segundo o coordenador metropolitano do MG Transplantes, Omar Lopes, são vários os fatores que contribuem para isto, como o trabalho integrado com as unidades transplantadoras, o credenciamento de hospitais para realização de transplantes, certificação e estímulo à constituição de Comissões Intra Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) para a notificação de morte encefálica, além de realização de cursos de formação para profissionais em captação e doação.

“O programa de acolhimento dos familiares também ajuda a diminuir a taxa de recusa à doação, o que consequentemente reflete na melhora constante dos números. Várias outras ações educativas e campanhas são realizadas, para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos”, explica o médico. No ano passado, as negativas familiares representaram 39% das causas de Não Efetivação da Doação em Morte Encefálica.

Em 2014, a córnea foi o órgão mais doado (1416 transplantes), o que corresponde a 60% de todos os transplantes feitos no último ano. Na sequência, estão os rins (24,6%) e o fígado (3,9%). Apesar disso, a fila de espera para um transplante de rins ainda é a maior, atualmente com 2542 pessoas, considerando o grande número de doenças que acometem o órgão, e pelo fato de os pacientes recorrerem à hemodiálise enquanto esperam pelo transplante. Já a fila de espera por uma córnea continua zerada pelo segundo ano consecutivo.

Redação do Jornal Nova Imprensa Agência Minas

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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