A intensa chuva que ocorre em Minas Gerais deve deixar todos ainda mais alertas sobre focos de criação do mosquito Aedes aegypti. Até segunda-feira (19), o Estado havia registrado 8.148 casos prováveis de dengue, sendo 1.429 deles referentes ao mês de março.

Até o momento, há seis mortes em investigação para dengue em Minas. No ano passado, quando foram registrados 26.862 casos prováveis da doença, 18 pessoas morreram em decorrência da enfermidade. A doença está presente em todas as regiões do Estado e as cidades onde há maior incidência são Estrela do Indaiá (Centro-Oeste), Guidoval (Zona da Mata), Visconde do Rio Branco (Zona da Mata), Marliéria (Vale do Aço) e Moema (região Central).

Febre chikungunya

A região do Vale do Aço continua sendo a região com maior incidência dos casos de chikungunya. Os 1.744 casos prováveis da doença registrados no Estado se concentram na região, especialmente em Coronel Fabriciano, onde há suspeita de 312 ocorrências em 2018.

Não há registro de morte para chikungunya em 2018. No ano passado, foram registrados 13 óbitos por causa da doença em Minas, sendo dez no município de Governador Valadares. Outras cinco mortes suspeitas da doença não foram confirmadas por meio de exame laboratorial.

Zika

Também foram registrados 98 casos prováveis de zika em 2018, sendo 32 em gestantes e, dessas, apenas uma com confirmação laboratorial. As possíveis ocorrências da doença em gestantes foram registradas em 18 municípios, com destaque para: Belo Horizonte (5), Timóteo (4), Coronel Fabriciano e Sete Lagoas (3), Juiz de Fora, Santana do Paraíso e Ubá (2). Em 2017, foram registrados 725 casos da doença.

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Fonte:

Hoje em Dia