Na região: Primeira vítima fatal da dengue é um idoso de Iguatama

Nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês.

Nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) confirmou na sexta-feira (6) o primeiro caso de morte por dengue no Estado. Trata-se de um idoso, de 64 anos, que morreu em Iguatama, no dia 26 de janeiro. No ano passado, foram 49 casos de morte por dengue no Estado.
Só nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês, até o fim do ano serão cerca de 17.100 casos, número bem inferior ao total de registros do ano passado, quando foram registrados 49.360 casos da doença.
Mas essa estimativa desconsidera ainda o aumento esperado de registros de dengues entre os meses de novembro e maio, quando historicamente se observa uma maior concentração destes casos por causa das condições climáticas favoráveis.
O ano que bateu recorde de registros foi 2013, quando foram constatados 368.387 casos da doença em Minas.
Em Formiga
Em janeiro, foi divulgado o resultado do Levantamento do Índice Rápido (LIRA), que colocou Formiga em estado de alto risco de transmissão de dengue. Até o dia 27 de fevereiro, o Setor de Endemias havia registrado 207 casos de suspeita da doença no município. Para atender pacientes com sintomas da dengue, a Secretaria de saúde pretende montar um ambulatório no município.
Cuidados
Os cuidados para se evitar a dengue e a febre Chikugunya devem ser mantidos. ?É preciso que a população entenda que não há programa de governo capaz, unicamente, de acabar com o problema da dengue e a proliferação do mosquito. Se não houver uma conscientização de que as pessoas são as principais responsáveis pela aniquilação dos focos, a dengue vai sempre existir?, explica o agente de endemias, Inácio Torres.
Por isso, a recomendação da SES continua a mesma: manter o quintal limpo e não deixar caixas d’água destampadas, assim como qualquer outro reservatório de água. Com o aumento no número de pessoas que fazem reservatórios caseiros de água em casa, por causa da crise hídrica, o alerta é reforçado, como explica a coordenadora estadual do Programa de Combate à Dengue, Geane Andrade: ?Os depósitos em que as pessoas guardam água são um risco para a proliferação da dengue e da Chikungunya. Independentemente do tipo de reservatório, não adianta só colocar uma rede ou tela de proteção, que pode ficar frouxa ou conter buracos. O ideal é tampar bem?.
Além disso, é importante evitar deixar locais na casa onde possa haver um acúmulo de água parada, como pneus, calhas, bebedouros de animais e vasinhos de plantas, já que eles podem ser usados pelo mosquito para sua proliferação.

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Na região: Primeira vítima fatal da dengue é um idoso de Iguatama

Nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês.

Nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês.

 

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) confirmou na sexta-feira (6) o primeiro caso de morte por dengue no Estado. Trata-se de um idoso, de 64 anos, que morreu em Iguatama, no dia 26 de janeiro. No ano passado, foram 49 casos de morte por dengue no Estado.

Só nos primeiros dois meses deste ano, foram levantados 2.862 casos de dengue em Minas. Estabelecendo, com isso, uma média de 1.430 casos por mês, até o fim do ano serão cerca de 17.100 casos, número bem inferior ao total de registros do ano passado, quando foram registrados 49.360 casos da doença.

Mas essa estimativa desconsidera ainda o aumento esperado de registros de dengues entre os meses de novembro e maio, quando historicamente se observa uma maior concentração destes casos por causa das condições climáticas favoráveis.

O ano que bateu recorde de registros foi 2013, quando foram constatados 368.387 casos da doença em Minas.

 

Em Formiga

Em janeiro, foi divulgado o resultado do Levantamento do Índice Rápido (LIRA), que colocou Formiga em estado de alto risco de transmissão de dengue. Até o dia 27 de fevereiro, o Setor de Endemias havia registrado 207 casos de suspeita da doença no município. Para atender pacientes com sintomas da dengue, a Secretaria de saúde pretende montar um ambulatório no município.

 

Cuidados

Os cuidados para se evitar a dengue e a febre Chikugunya devem ser mantidos. “É preciso que a população entenda que não há programa de governo capaz, unicamente, de acabar com o problema da dengue e a proliferação do mosquito. Se não houver uma conscientização de que as pessoas são as principais responsáveis pela aniquilação dos focos, a dengue vai sempre existir”, explica o agente de endemias, Inácio Torres.

Por isso, a recomendação da SES continua a mesma: manter o quintal limpo e não deixar caixas d’água destampadas, assim como qualquer outro reservatório de água. Com o aumento no número de pessoas que fazem reservatórios caseiros de água em casa, por causa da crise hídrica, o alerta é reforçado, como explica a coordenadora estadual do Programa de Combate à Dengue, Geane Andrade: “Os depósitos em que as pessoas guardam água são um risco para a proliferação da dengue e da Chikungunya. Independentemente do tipo de reservatório, não adianta só colocar uma rede ou tela de proteção, que pode ficar frouxa ou conter buracos. O ideal é tampar bem”.

Além disso, é importante evitar deixar locais na casa onde possa haver um acúmulo de água parada, como pneus, calhas, bebedouros de animais e vasinhos de plantas, já que eles podem ser usados pelo mosquito para sua proliferação.

Redação do Jornal Nova Imprensa Portal Arcos

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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