Nosso mundo interior é onde reside ou não a felicidade.

         Ninguém por mais incomodo que parece  libertar-se da realidade intima. Por isso, se residimos vinte quatro horas por dia em nosso laboratório interno, devemos então experimentar e consagrar nossa morada definitiva.

         Sabemos que a vida é construída de valentes problemas contornados por sabias soluções.

         Se não podemos migrar, para outra realidade, que não seja a nossa, cabe então permanecer combatendo os óbices com firmeza. Pois, libertar de nossa realidade é impossível.

         Por isso, devemos instrumentalizar nossas vidas com excesso e autenticidade de nós mesmos.

         Nossa morada definitiva e eterna deve ser nosso hotel de cinco estrelas. O mundo externo tem o seu valor, mas nossa realidade intima que detonará os axiomas de nossa felicidade.

         Ser feliz é opção majestosa de nossa realidade intima e não construção externa daquilo, que o mundo externo joga em nossa porta.

         Se algum dia rejeitou seu universo intimo é porque seu psiquismo fragilizado e contaminado por pressões externas destruiu o real de seu valor singular.

         Nosso mundo é nossa realidade. Assumimos com autenticidade e felicidade ou seremos imperitos para enfrentar a brava vida.

         Se moramos em nós, vinte quatro horas por dia, devemos ser trabalhador assíduo,para vencer o mundo da depressão.

         Só nós podemos vigiar nossa morada intima. Conter as impurezas psicológicas com plantação próxima a fonte do bem viver com disponibilidade para ser feliz.

 

         Nossa morada intima exige atenção a cada minuto, para que os ladrões do incomodo possa ser aprisionados pelo otimismo de quem acredita no nascer do sol a cada amanhecer.

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