Redação Últimas Notícias  

 Procurado pelo portal, na busca de melhor esclarecer a notícia que circulou nas redes sociais, o delegado de crimes contra a pessoa, Ricardo Bessas, declarou que: “os fatos que estão circulando nas redes sociais de que a causa da morte da criança se deu por envenenamento e que a avó estaria presa, não são verdadeiras. Os fatos estão em apuração, e por hora, não há evidências de crime doloso (com intenção), muito menos de envenenamento”.

A informação do delegado diz respeito à mensagem replicada através do aplicativo WhatsApp nos seguintes termos:  a avó de uma criança de 3 anos, que morreu no dia 21 de março, por afogamento, estaria envolvida na morte do menor.

O delegado Ricardo Bessas (foto: arquivo)

“A avó teria envenenado a criança, de nome “Guilherme”, fazendo uso de “chumbinho” e, em seguida, a jogado na piscina para simular um afogamento. A falsa notícia ainda dá conta de que médicos desconfiaram do caso por não encontrarem água no pulmão da criança. A notícia informava ainda, que a avó do menor teria confessado o crime e havia sido presa”.

Nota da redação: 

Um importante indício de que a mensagem era mesmo mentirosa é o fato de terem mudado o nome da criança vítima de afogamento, que não se chamava Guilherme.

Especialistas alertam para o risco de se espalhar esse tipo de informação por redes sociais. Além de poder se tratar de fake news, como nesse caso; compartilhar notícias sem a consciência da veracidade das mesmas pode colocar pessoas em risco e gerar sofrimentos desnecessários a familiares.

 

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