Nesta semana a Biblioteca Municipal Dr. Sócrates Bezerra de Menezes traz como indicação de leitura a obra “O Mestre dos Mestres” do  psiquiatra, cientista e escritor Augusto Cury.

A indicação faz parte do projeto ‘No meio do caminho tem um livro’, uma parceria entre o jornal e as bibliotecas públicas da cidade.

 

Resenha

O mestre dos mestres

O livro O Mestre dos Mestres é o primeiro volume da coleção Análise da Inteligência de Cristo de Augusto Cury. Na obra, o autor  discorre sobre as características ímpares da personalidade e inteligência de Cristo, e a importância destas para transformar o agir e o pensar humanos.

A inteligência de Cristo transcende a lógica e o imaginário humano. Portanto, Augusto Cury procurou deixar claro que Cristo não foi fruto ou idealizado pelo imaginário ou inconsciente humano, uma vez que, estes são incapazes de criar ou inventar um ser tão complexo e, ao mesmo tempo, tão refinado e sofisticado na capacidade de pensar, como Jesus Cristo o foi.

Jesus sonhou e ambicionou o mais belo e audacioso projeto de vida. Sonhou transformar profundamente o interior emocional humano. Para isso, sabia que era um equívoco proferir centenas de milhares de conselhos e ensinamentos de vida para os seus seguidores, pois conhecia como ninguém a distorção humana de assimilar o teórico com o prático. Por isso, demonstrou, através de gestos e atitudes, os mais belos e sublimes atos de amor, solidariedade, humildade, fraternidade e compreensão para com os seres humanos.

Abalou extremamente os alicerces da emoção dos seus discípulos e admiradores da época com palavras e atos que jamais alguém ousou proferir e agir. Despertava admiração até mesmo das pessoas que o oprimiam, rejeitavam e o odiavam, bem como os fariseus e escribas.

 Jesus Cristo foi o Mestre dos Mestres na escola existencial. Superou com serenidade e tranquilidade os invernos mais agitados da sua vida. Em outras palavras, expandiu a capacidade de pensar e abriu as janelas da sua inteligência nos momentos mais tensos e angustiantes da sua existência. Qual é o ser humano que consegue tranquilizar-se nos focos de tensão? Quem é que consegue agir conscientemente nos momentos mais tensos e estressantes da vida? A resposta é simplesmente ninguém, pois à medida que somos submetidos a momentos como estes agimos inconscientemente, ou seja, agimos por extinto ou estímulos como animais à procura de defesa.

Qualquer pessoa que estudar e analisar a inteligência de Cristo seja um psicólogo, sociólogo, cientista ou qualquer outro cidadão comum, ficaria intrigada e, ao mesmo tempo, perplexa com a sua capacidade de gerenciar pensamentos incomuns, instigáveis e estonteantes.

 

Redação do Jornal Nova Imprensa

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