Uma adolescente de 13 anos era obrigada a mandar fotos nuas e vídeos se masturbando para o pai todo vez que ele mandasse um “oi” para ela no WhatsApp. O homem, de 38 anos, foi preso nesse domingo (4), em Uberaba, no Triângulo Mineiro. 

De acordo com o boletim de ocorrência, foi a mãe da vítima e mulher do suspeito quem descobriu o crime. A mulher, de 31 anos, encontrou cenas da filha se masturbando e fotos íntimas da adolescente no celular.

Ela viu que as imagens tinham sido compartilhadas com o suspeito ainda nesse domingo. Além disso, havia fotos de um órgão sexual masculino que a menina disse ser do pai. As imagens foram mostradas aos policiais militares para confirmação dos fatos e o celular apreendido para investigações. 

A mãe contou que após encontrar as imagens no telefone, ela conversou com a filha que contou que ficou acertado com o suspeito que toda vez que ele mandasse um “oi” no Whatsapp, a menina deveria responder com um vídeo se masturbando ou fotos de nudez. Ele também mandava fotos do órgão sexual para ela. 

A vítima disse que o suspeito já consumou conjunção carnal com ela e que a última vez que ele a estuprou desta forma foi a cerca de dois meses. Ela não deu detalhes de como ele teria praticado os atos e disse que ele fazia chantagens sentimentais com ela para conseguir o que queria, mas também sem relatar que tipo de chantagens eram. 

O pai da vítima tentou fugir dos policiais, mas foi preso. Ele negou ter estuprado a menina, bem como ter recebido fotos ou vídeos íntimos da filha. No entanto, os policiais verificaram que realmente havia as imagens no celular da criança e tinham sido encaminhadas para ele. 

O suspeito foi algemado e começou a bater a cabeça na parede e pedir para que os policiais o matassem. Ele se feriu e foi socorrido a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Mirante em Uberaba. No local ele recebeu atendimento médico e foi depois foi encaminhado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil de Uberaba. 

A menina foi levada ao Hospital da Criança em Uberaba. A médica que a atendeu relatou que não houve rompimento do hímem. Os celulares de vítima e suspeito apreendidos foram entregues para a Polícia Civil que vai investigar o caso. 

Fonte: O Tempo

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