Incorporada ao calendário de vacinas em 2006, a vacina contra rotavírus é um importante instrumento de prevenção de óbitos e internações em crianças no primeiro ano de vida. No entanto, é fundamental que os pais estejam atentos quanto às doses, que devem ser aplicadas em idades específicas dos bebês. Fora destes períodos, a vacina pode causar eventos adversos graves.

?É importante destacar que esta é a única vacina que tem um período específico de aplicação. As crianças devem receber a primeira dose aos dois meses e a segunda aos quatro meses?, explica a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Tânia Brant. Ela complementa que a idade limite para que o bebê receba a primeira dose é de três meses e sete dias, e na segunda dose, cinco meses e 15 dias. ?Após este período, não há outro procedimento a ser tomado, a não ser a manutenção dos hábitos de higiene para evitar a contaminação?.

A vacina aplicada é importada e protege contra o tipo mais freqüente de rotavírus, o P9. A administração desta vacina é exclusivamente oral.
O frasco com o produto liofilizado e o aplicador com o diluente devem ser conservados entre +2°C e +8°C.

?Repassamos orientações para os profissionais de saúde para sua correta aplicação. A vacina não deve ser congelada. Após a reconstituição, ela deve ser aplicada de imediato. Caso contrário, a solução poderá ser utilizada até 24 horas, desde que esteja sob conservação entre 2 e 8°C e não haja contaminação. Recomenda-se, para melhor acondicionamento nesta situação, manter a solução no aplicador com a tampa de borracha?, adverte Tânia.

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