É grande o número de reclamações sobre o excesso de barulho, gerado até altas horas, a partir do funcionamento da casa de shows Redentor, localizada no alto do Cristo, em determinados dias.

A vizinhança reclama que os decibéis admitidos em lei, como limite, nem sempre são observados. Realmente, pela localização da casa e com a facilidade de propagação dos sons, algumas vezes, até mesmo em bairros distantes, o incômodo se faz presente.

O imóvel que é de propriedade do município, que o local, segundo apurado, já passou por algumas reformas visando diminuir o problema, mas, ao que parece, o resultado não foi o que se esperava.

Talvez em razão disto, o alvará de funcionamento ainda não tenha sido concedido pela Secretaria de Fazenda, que aguarda a apresentação de laudos autorizativos por parte do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Secretaria de Meio Ambiente.

Na próxima semana, no Ministério Público, haverá audiência para tratar desta questão, em face da existência de um abaixo assinado subscrito por um razoável número de reclamantes, que motivou a abertura de um procedimento.

Certamente as partes, é o que se espera, encontrarão formas razoáveis para se manter a casa em funcionamento, preservando-se o direito da vizinhança e dos demais que reclamam sobre o não cumprimento da lei que regula a matéria.

 

Soluções técnicas existem e ainda que exijam algum investimento em modificações estruturais que melhorem a acústica do local e evitem a propagação dos sons ali produzidos, deverão ser adotadas.

Redação do Jornal Nova Imprensa

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