Pode soar estranho para muita gente, mas centenas de prefeitos defenderam nessa terça-feira (14) o fim da reeleição, desde que os mandatos sejam estendidos para cinco anos e que as eleições municipais ocorram no mesmo ano que as gerais (presidente da República, governadores, deputados e senadores).

Em assembleia no 36º Congresso Mineiro de Municípios, que aconteceu nessa terça no estádio Mineirão, em Belo Horizonte, os prefeitos aprovaram por unanimidade a proposta. A ata sobre a deliberação será divulgada em breve.

Na prática, eles avalizaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), apresentada este ano ano Congresso Nacional.

Para o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Julvan Lacerda, que também é prefeito de Moema e vice-presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a unificação das eleições irá economizar aos cofres públicos cerca de R$ 10 bilhões.

“É o valor que a União gasta com cada eleição”, justificou.

Para que as eleições sejam unificadas, segundo a proposta do deputado de Santa Catarina, o mandato dos atuais vereadores e prefeitos seria estendido para 2022, quando ocorre o pleito geral. A partir de então, os mandatos passariam a ter cinco anos.

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Hoje em Dia