A Copa América até agora não tem uma mascote. Segundo o Comitê Organizador, essa “embaixadora” do evento ainda será apresentada ao País. “Teremos uma mascote com a cara do Brasil e da América do Sul. Com certeza será mais uma grande embaixadora do evento”, prometeu Agberto Guimarães, diretor de operações do Comitê Local, evitando dar mais detalhes sobre o assunto.

Desde a edição de 1987, a competição sempre teve uma mascote, com exceção da Copa América Centenário, disputada nos Estados Unidos, em 2016. A iniciativa começou como uma exigência da própria Conmebol para os organizadores do país-sede. O pioneiro foi o Gardelito, uma versão infantil do famoso cantor de tango Carlos Gardel na edição argentina.

E não parou mais. Em 1989, o sabiá Tico foi o símbolo do torneio, que na ocasião foi disputado no Brasil. Dois anos depois, no Chile, o Guaso representava o Huaso, de forma estilizada, em uma referência aos profissionais ligados à atividade pecuária do país. No Equador, na disputa de 1993, uma espiga de milho foi homenageada na figura do carismático Choclito.

Em 1995, no Uruguai, a mascote escolhida foi Torito, um touro com uniforme da Celeste. Dois anos depois, em 1997, na Bolívia, outro animal ganhou fama como símbolo da competição: o tatu. Os animais continuaram em alta no torneio seguinte, em 1999, no Paraguai. Taguá se referia a um tipo de javali do Chaco.

Ameriko foi o extraterrestre escolhido pela Colômbia como mascote de sua competição em 2001. Três anos depois, no Peru, a mascote foi o Chasqui, simbolizando um mensageiro do império Inca. Já o Guaky, uma arara vermelha pequena, brilhou na Copa América da Venezuela, em 2007. Na Argentina, em 2011, o embaixador do evento foi o Tangolero, um avestruz. Depois, no Chile, em 2015, a raposa Zincha fez a alegria dos torcedores.

A expectativa agora é saber a escolha do Comitê Organizador. Na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, o símbolo foi o tatu-bola Fuleco, que cativou os fãs e figurou entre os produtos mais vendidos.

IMPRIMIR

Fonte:

Hoje em dia