Professores da rede estadual de Minas Gerais decidiram manter a greve que já dura 14 dias. A decisão ocorreu durante uma reunião no pátio da Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte.

A paralisação seguirá até o dia 6 de abril quando haverá uma nova assembleia onde será discutido a manutenção ou finalização da greve.

Além do posicionamento contra a reforma da previdência, os trabalhadores denunciam que o governo do estado está descumprindo acordo feito em 2015, que previa aumento salarial até 2018 e outras melhorias na carreira. A categoria diz que o reajuste de 7,64% no piso salarial dos professores anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) em janeiro, não foi cumprido pelo governo estadual. Além disso, cobram o valor retroativo de janeiro, fevereiro e março do ano passado, que também não teria sido quitado pelo estado.

Outra reivindicação é o cumprimento do acordo feito com o governador Fernando Pimentel (PT) em 2015. O projeto previa aumento de 31,78% a ser pago integralmente para os professores da rede estadual até 2017. O texto ainda instituiu o fim do subsídio e a volta do vencimento básico, além do descongelamento das carreiras e da garantia do pagamento do piso nacional de R$ 1.917,78 para jornada de 24 horas.

Manifestação

Na sexta-feira (31) uma nova mobilização contra a Reforma será realizada em todo o país. Em Formiga, os professores se reunirão em frente a Escola Estadual Rodolfo Almeida, a partir de 12h, e pedem o apoio de toda a população.

*Matéria atualizada às 15h40

 

Fonte: Estado de Minas ||

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