O governador Fernando Pimentel (PT) vai enfrentar novo protesto de servidores públicos nesta segunda-feira (18). Depois do ato dos policiais militares na Praça Sete na sexta-feira (15), os profissionais da educação marcaram para as 17h desta segunda um ato na Assembleia para cobrar o pagamento do 13º para os demais servidores públicos.

Na sexta-feira, o governo anunciou as datas de pagamento do benefício natalino somente para os profissionais da segurança pública. A medida irritou ainda mais os sindicatos de outras categorias, que já vinham cobrando uma definição.

A presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute), Beatriz Cerqueira, considerou “desastrosa” a posição do governo de “ excluir do anúncio do pagamento do 13º salário 90% do funcionalismo”.

Ela citou entrevista do secretário de Planejamento, Helvécio Magalhães, ao Estado de Minas, no qual ele admite que o 13º não deve sair este ano para o restante do funcionalismo. “Se tem recursos para o pagamento, o mesmo deve ser feito para todo o funcionalismo e não estabelecer privilégio”, diz em nota o Sind-Ute. O sindicato reclama que nenhuma reunião com os sindicatos para tratar do assunto foi marcada.

O sindicato dos auditores fiscais (Sindifisco) também cobrou tratamento isonômico com os servidores militares. O órgão está estudando medidas judiciais contra o governo.

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