Os cemitérios de Formiga estão passando por reformas para receberem visitas de familiares que perderam seus entes-queridos. Essa medida, realizada pela Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano, visa oferecer um maior conforto aos familiares e até mesmo celebrarem a vida eterna das pessoas que já se foram.
De acordo com o coordenador da funerária e cemitérios municipais, João Carlos Vespúcio, as obras estão em andamento nos cemitérios da cidade. As obras estão sendo realizadas desde o início do ano nos cemitérios do Rosário, Santíssimo e Parque da Saudade. Tratam-se de manutenções, desde o cercamento, quanto pintura e conservação dos túmulos em geral. Isso é feito para disponibilizar uma melhor assistência para as famílias,afirma.
O cemitério Parque da Saudade é o único em que as famílias não são proprietárias dos túmulos. Os parentes falecidos ficam como detentores dos túmulos por um período de até cinco anos, sendo os responsáveis por realizarem a limpeza e até mesmo a manutenção dos túmulos.
Segundo o coordenador do serviço funerário, os gastos nas reformas para o Dia de Finados (2 de novembro) não podem ser contabilizados, pois, como ressalta, as obras nos cemitérios têm sido realizadas desde o início do ano. Não há como fazer um balanço financeiro com relação às obras. A verba utilizada foi gasta desde o início deste ano e não foi cedido um dinheiro específico para a revitalização dos túmulos na véspera de Finados , relata.
Com relação aos cemitérios situados nas zonas rurais, as obras também estão sendo feitas. Nos cemitérios de Albertos, Baiões e Ponte Vila, a própria comunidade está se empenhando nas construções. Os materiais são disponibilizados pela própria Prefeitura de Formiga. Inclusive o cemitério do Retiro, as obras já foram finalizadas , comenta.
Questionado pela redação sobre a situação do cadastramento dos túmulos, João Carlos revela que, nos cemitérios do Rosário e do Santíssimo, 65% dos cadastramentos foram feitos. O cadastramento funciona da seguinte maneira: a família vai até o cemitério, procura o coveiro, que emite o número para fazer a placa do túmulo. Esse serviço o próprio familiar cumpre com o gasto. Feito isso, ele é encaminhado até a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano para que seja feita a documentação. No momento, o cadastramento não pode ser feito, devido os responsáveis estarem encarregados em visitar os determinados cemitérios da cidade, para inspeções nos locais , relata o coordenador.

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