Nesta sexta-feira (25), a Prefeitura de Formiga por meio da Secretaria de Cultura, inaugurou a Sala de Multimeios Clássicos e o Arquivo Histórico no Centro Cultural Claudinê Sílvio dos Santos (Casa do Engenheiro).

Os novos espaços homenageiam o técnico em telecomunicações, Joel Basílio, e o professor de história José Olímpio Nogueira (Dedé Nogueira).

A solenidade contou com o prefeito Eugênio Vilela, do secretário de Cultura, Alex Arouca, do homenageado Joel e dos familiares de José Olímpio.

Sala de Multimeios Clássicos

A Sala de Multimeios Clássicos Joel Basílio Costa recebeu este nome em justa homenagem ao profissional pelo empenho apresentado na recuperação das primeiras peças que compuseram o acervo da sala, e pela generosidade em manter viva a memória dessas mídias que marcaram gerações.

Joel, desde o início, se prontificou a ajudar na recuperação dos equipamentos, mostrando uma das marcas do caráter de grandes cidadãos.

A ideia da sala é disponibilizar para a população a oportunidade de conhecer e utilizar equipamentos que caíram em desuso. Parte das peças já compunha o acervo do Museu Francisco Fonseca, mas foi restaurada e algumas estão em pleno funcionamento e à disposição daqueles que se interessarem a conhecer ou relembrar a época quando estes eram os aparelhos mais tecnológicos que existiam.

Algumas peças, que não estavam no museu, foram doadas por formiguenses que não viam mais utilidade para os aparelhos hoje tidos, literalmente, como artigos de museu.

Vale ressaltar que o Centro Cultural recebe de bom grado doações de toca-discos, rádios, videocassetes, máquina de escrever e outros aparelhos de quem queira contribuir com a preservação da memória tecnológica formiguense. A sala conta ainda com o acervo de discos de vinil do museu, com mais de 900 títulos, fitas K7 e CDs do arquivo pessoal do radialista Claudinê.

Arquivo Histórico

O Arquivo Histórico leva o nome de Dedé Nogueira, em honra à memória de um formiguense importante para a história da cidade. José Olímpio Nogueira foi caixeiro viajante, comerciante e professor de história, mas, nas palavras do próprio Claudinê, “acima dos seus méritos profissionais, era o mais autêntico cidadão da verdade, grande incentivador da arte e da cultura.”

Dedé pode ser considerado um servidor da humanidade, trabalhador da vida e um professor para quem quisesse aprender e, assim, nada mais apropriado que dar seu nome para uma sala que preservará a memória da cidade que ele tanto amou.

O arquivo também fazia parte do Museu Francisco Fonseca, mas agora deixa de ser uma atração contemplativa para ser um repositório ativo de pesquisa.

A sala está aparelhada para receber cidadãos interessados que podem usufruir de um arquivo que remonta a história da cidade.

 

Fonte: Decom||
Imprimir
Comentários