A Administração Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, alerta a população para casos confirmados de leishmaniose em humanos e cães em Formiga. Até nesse terça-feira (14), foram registrados dois casos humanos de leishmaniose visceral e um caso de leishmaniose tegumentar, além de 18 casos confirmados para leishmaniose canina.

A leishmaniose é uma doença parasitária que afeta principalmente os cães, mas que pode ser transmitida para os humanos através da picada da fêmea do mosquito-palha. Para isso basta que o inseto pique o cão doente antes de picar a pessoa, para que seja transmitida a doença.

Não existe cura para a Leishmaniose Canina, contudo, existe tratamento que melhora as condições do animal e evita o avanço da doença no organismo. Para os tutores que por algum motivo não possam aplicar o tratamento aos seus animais de estimação é recomendada a eutanásia.

Os setores de Vigilância Ambiental e Epidemiológica reforçam que a prevenção continua sendo a melhor opção, tanto para seu cão, quando para eliminar a propagação da doença. Assim, a única forma de se proteger contra a doença é evitando a picada do mosquito adotando alguns cuidados como:

✅ Utilizar telas mosqueteiros nas janelas e portas de casa;

✅ Usar repelentes:

✅ Colocar coleiras Antiparasitárias nos animais domésticos e vacinar estes animais;

✅ Evitar tomar banho em rios ou lagos perto de mata.

Além disso, como o vetor se reproduz em matéria orgânica é muito importante evitar o acúmulo de lixo e resto orgânicos dentro de casa e nos locais próximos da habitação. Então mantenha sempre sua casa limpa, e os quintais e áreas externas sempre sem acúmulo de materiais que possam vim à decomposição, como resto de alimentos, folhas e outros. Locais onde os animais são criados devem manter limpos e higienizados frequentemente. Residências próximas a matas devem redobrar os cuidados.

Caso a população venha a observar suspeita da doença em seu pet, o mesmo pode ser notificado através do telefone da Vigilância Ambiental no número (37) 3329-1143. (Confira como é feita a transmissão e sintomas nas artes disponíveis).

Fonte: Decom

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