Passadas as festividades de fim ano, janeiro começa com uma preocupação a mais para muitos pais. É hora de comprar mochilas, livros, cadernos, canetas e lápis para os filhos. Porém, antes de ir às compras para garantir o material escolar, é preciso cautela. Pesquisar é palavra de ordem para economizar. 

Avaliar itens que possam ser reaproveitados também é fundamental. “O ideal é que uma mochila, por exemplo, possa ser usada por muitos anos, assim como tesouras, estojos e outros produtos mais resistentes”, afirma a diretora do Colégio Anglo 21, Carla Oliveira.

Para quem realmente precisa ir às compras, estabelecer o limite de gasto ajuda no orçamento familiar. E cuidado para não cair em tentações. No mercado há muitas opções de produtos, marcas e personagens que aguçam o desejo da criançada. 

Neste caso, o ideal é fugir desses produtos que, muitas vezes, têm preços mais elevados. “É bom conhecer as marcas e saber as preferidas, mas não se limite a elas”, alerta a docente. A decisão, no entanto, não pode ignorar a qualidade do material escolar.

“Investir no barato, sem uma durabilidade adequada, não será uma economia, mas apenas uma preocupação futura”, reforça. “Não adianta comprar um produto exclusivamente porque o preço está abaixo da média e precisar comprar o mesmo alguns meses ou até semanas depois”, acrescenta Carla Oliveira. 

Além disso, incluir os filhos nas decisões pode ser uma oportunidade para ensinar educação financeira. Ao entender o valor de cada item, ele pode ter um cuidado mais cuidado com o uso, garantindo maior durabilidade.

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Hoje em Dia