Em greve desde o dia 11 de junho, os servidores técnico-administrativos em educação fecharam o prédio da reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nesta segunda-feira (30).
De acordo com a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino (Sindifes), Cristina del Papa, o objetivo do protesto foi chamar a atenção para a situação enfrentada pelos profissionais.

A principal reivindicação é a reestruturação da carreira, com a criação de um plano de carreira, e, dentro disso, um piso inicial de três salários mínimos, explicou, ressaltando que nenhuma proposta foi apresentada pelo governo federal. O salário para quem inicia a carreira é de R$ 1.030.

Ontem à tarde, representantes dos servidores se reuniram com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em Brasília. Segundo o Sindifes, as negociações não avançaram. O governo afirmou que vai negociar com a gente, mas só depois de fechar a negociação com professores (em greve há 75 dias), afirmou Cristina.

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