A novela entre provedoria e funcionários da Santa Casa de Formiga continua e teve mais um capítulo divulgado nesta semana.
Uma assembléia foi realizada no dia 25 de maio, na qual teria sido acatada a proposta formulada no pré-acordo entre o Sindicato da categoria e o Provedor da entidade na Audiência do Tribunal do Trabalho de MG, juntamente com o Ministério Público do Trabalho em Belo Horizonte.
Porém, na sexta-feira (29), o provedor Geraldo Couto teria descumprido, mais uma vez, o acordo estabelecido entre as partes. De acordo com Paulo José de Oliveira, presidente do Sindicato Geraldo não teria honrado o documento que assinou, no qual se comprometia a não descontar dos salários dos funcionários os dias em que houve a paralisação por melhores condições de trabalho.
O documento divulgado pelo Sindicato a toda a imprensa trazia ainda palavras fortes e agressivas contra o provedor. De acordo com Paulo, com essa atitude, Geraldo teria demonstrado claramente ser ´uma pessoa sem escrúpulos, arrogante, prepotente e despreparado para conduzir uma instituição tão séria que é a Santa Casa de Formiga´. No mesmo documento há ainda a informação de que o provedor teria ´aliciado´ diretores do Sindicato e outros funcionários para, ´numa atitude de traição, passarem a agir a seu mando, passando lista de assinaturas aos trabalhadores ludibriando os mesmos com propostas de retirar-lhes o direito constitucional de reivindicação de melhoria, via reivindicação sindical, possivelmente e configurando inclusive um crime contra a organização sindical´.
Paulo José diz que o Sindicato já tomou as providências legais cabíveis, acionando a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho na tentativa de solução do impasse. Até o final do expediente, não foi possível entrar em contato com Geraldo ou com a administração da Santa Casa para falar sobre a situação.

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