Foram cinco mudanças para enfrentar o Fortaleza, nesse sábado (2), no Castelão. De certa forma, a maioria não surtiu efeito. Vagner Mancini tentou o “algo novo” na capital cearense. Barrou alguns medalhões, como Fábio Santos, Elias e Ricardo Oliveira, e escalou Patric improvisado na lateral esquerda, o questionado Zé Welison como primeiro volante, e Terans, que não jogava desde 24 de agosto, no meio-campo.

“É natural que quem comanda seja consciente nas suas mudanças. Eu achei que era o momento de dar o gás novo, colocar atletas que eu ainda não vi. A entrada do Terans foi boa porque é um atleta com capacidade de chute a gol. Lógico que todos eles que entraram têm acerto e erros”, explicou Vagner Mancini.
Mas a evolução do Atlético aconteceu no segundo tempo. Mesmo com um jogador a menos – Geuvânio foi expulso no primeiro minuto da etapa inicial -, o Galo não sofreu pressão do Fortaleza. Com as entradas dos pratas da casa Bruninho e Marquinhos, a equipe ganhou em lances individuais. O gol de Fábio Santos, por exemplo, aos 41 minutos da etapa final, aconteceu depois de boa jogada de Marquinhos.

“As entradas do Marquinhos e do Bruninho deram juventude à equipe. O adversário não sabe o que vai apresentar, gera surpresa no jogo”, destacou o treinador.

O próximo jogo do Atlético acontecerá contra o Goiás, na quarta-feira (6), no Mineirão. O técnico Vagner Mancini contará com retornos de Otero e Cazares, que cumpriram suspensão contra o Fortaleza.

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