Pesquisadores da PUC do Paraná desenvolveram uma técnica para diminuir o risco de rejeição em transplantes de válvulas cardíacas. Essas cirurgias são necessárias quando há alguma doença, como artrite reumatoide, que prejudica o bombeamento do sangue, levando à insuficiência do órgão.
Atualmente, para que a disfunção seja corrigida são utilizadas peças de metal ou feitas de tecido animal (de porco ou de boi). Na nova técnica, válvulas de doadores humanos mortos, processadas em uma solução que retira as células e deixa apenas fibras de colágeno e fibras elásticas, são usadas.
O enxerto é muito mais seguro e dura mais tempo, segundo os pesquisadores da PUC-PR. Já as próteses de animais perdem a função com o tempo, sendo necessárias novas operações. No estudo, os autores concluem que os resultados iniciais são promissores, mas que é necessário mais tempo de acompanhamento.
As válculas abrem e fecham, ajudando a bombear o sangue. A válvula aórtica é responsável por levar o sangue para o corpo. Já a pulmonar, leva o sangue para o pulmão.

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