O terremoto de magnitude de 7,2 graus que foi detectado no Alto Amazonas do Peru, a cerca de 70 Km a sudeste do distrito de Lagunas, segundo informou o Instituto Geofísico Peruano (IGP), foi sentido em pelo menos cinco cidades do Acre – Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Tarauacá, Marechal Thaumaturgo e Feijó. Não houve feridos, a informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.

O IGP informou que o tremor foi sentido às 2h41 (horário local do Peru, 3h41 em Brasília) a uma profundidade de 141 quilômetros.

A imprensa peruana informou que em localidades próximas ao epicentro, o abalo foi sentido de maneira clara. O tremor também foi registrado na capital do Peru, Lima. Não há informações sobre danos ou feridos.

No Acre, de acordo com o major Cláudio Falcão, da assessoria de comunicação dos bombeiros, a corporação foi informada do tremor através de chamados por volta das 1h40, horário local.

“De 2010 até 2019 nós tivemos todo ano tremor de terras no Acre, sendo que em 2010 foram três no mesmo ano e 2015 quatro. O interessante também é que em 2015 quando foram quatro tremores foi em dois dias, 25 e 26 de novembro”, disse.

Esse é o segundo tremor de terras sentido no Acre em 2019. No dia 5 de janeiro, os moradores de Tarauacá, no interior do Acre, sentiram a terra tremer e, de acordo com USGS, o abalo chegou à magnitude 6,8.

Bombeiros atendem oito ocorrências na capital do Acre

Oito ocorrências foram registradas na capital acreana, Rio Branco, durante o terremoto de magnitude de 7,2 graus que foi detectado no Alto Amazonas do Peru, a cerca de 70 Km a sudeste do distrito de Lagunas, segundo informou o Instituto Geofísico Peruano (IGP).

Em Rio Branco, de acordo com o major Cláudio Falcão, da assessoria de comunicação dos bombeiros, as ocorrências foram registradas todas durante a madrugada e foram solicitadas para averiguação de estruturas.

“Foram seis ocorrências prédios e em duas residências na baixada da Sobral. Nós fomos durante a madrugada, fizemos vistorias em todos os locais, porque deu uma tremida nos prédios e as pessoas sentem mais”, disse.

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Fonte:

G1