UFMG comunica que manterá redução de custos em 2015

Na quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto.

Na quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto.

Mesmo com a indicação de regularização de repasses de verbas, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou que não irá normalizar, imediatamente, todas as atividades da instituição. Em nota, enviada nesta quinta-feira (19), a UFMG se posicionou que devido a dívidas, ?a disponibilidade financeira para custeio em 2015 se mantém reduzida?.

Conforme a noite, com a aprovação da Lei do Orçamento Anual, pelo Congresso Nacional, na última terça-feira (17), os fluxos de repasses da União para a UFMG devem se normalizados ao ritmo de 1/12 ao mês.

A UFMG informou que ainda não há indicação de que o déficit acumulado até o momento, será compensado pelo governo federal. Em novembro e dezembro de 2014, a Universidade recebeu cerca de R$ 30 milhões a menos do que o previsto no orçamento aprovado pelo Congresso.

Para minimizar os impactos causados pelos cortes nas atividades-meio, o Reitorado suspendeu pagamentos de contas de água e luz, adiou investimentos e priorizou pagamentos de bolsas e execução de projetos acadêmicos.

Protesto

No fim da manhã desta quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto na porta do bandeijão da instituição. Com cartazes, entrega de panfletos e palavras de ordem, o grupo buscou chamar a atenção sobre a situação do orçamento da UFMG e os impactos dos cortes, como o funcionamento reduzido da biblioteca do curso de Letras.

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

UFMG comunica que manterá redução de custos em 2015

Na quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto.

Na quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto.

 

Mesmo com a indicação de regularização de repasses de verbas, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou que não irá normalizar, imediatamente, todas as atividades da instituição. Em nota, enviada nesta quinta-feira (19), a UFMG se posicionou que devido a dívidas, “a disponibilidade financeira para custeio em 2015 se mantém reduzida”.

Conforme a noite, com a aprovação da Lei do Orçamento Anual, pelo Congresso Nacional, na última terça-feira (17), os fluxos de repasses da União para a UFMG devem se normalizados ao ritmo de 1/12 ao mês.

A UFMG informou que ainda não há indicação de que o déficit acumulado até o momento, será compensado pelo governo federal. Em novembro e dezembro de 2014, a Universidade recebeu cerca de R$ 30 milhões a menos do que o previsto no orçamento aprovado pelo Congresso.

Para minimizar os impactos causados pelos cortes nas atividades-meio, o Reitorado suspendeu pagamentos de contas de água e luz, adiou investimentos e priorizou pagamentos de bolsas e execução de projetos acadêmicos.

 

Protesto

No fim da manhã desta quinta-feira, cerca de 50 alunos da universidade e integrantes do movimento UFMG sem catracas, realizaram um protesto na porta do bandeijão da instituição. Com cartazes, entrega de panfletos e palavras de ordem, o grupo buscou chamar a atenção sobre a situação do orçamento da UFMG e os impactos dos cortes, como o funcionamento reduzido da biblioteca do curso de Letras.

 

Redação do Jornal Nova Imprensa Hoje em Dia

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Sobre o autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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