Nesta quinta-feira (14), a Universidade da São Paulo enviou e-mail aos estudantes para informar sobre o cancelamento da matrícula dos aprovados no concurso de acesso da instituição por meio das cotas de escolas públicas, informa o Estadão.

Numa mensagem obtida pela reportagem do jornal, a universidade informa a um aluno aprovado no curso de Medicina que cancelou sua matrícula para não “burlar” a “finalidade das políticas de inclusão”.

Nesta quinta-feira (14), a Universidade da São Paulo enviou e-mail aos estudantes para informar sobre o cancelamento da matrícula dos aprovados no concurso de acesso da instituição por meio das cotas de escolas públicas, informa o Estadão.

Numa mensagem obtida pela reportagem do jornal, a universidade informa a um aluno aprovado no curso de Medicina que cancelou sua matrícula para não “burlar” a “finalidade das políticas de inclusão”.

Documento da USP (Imagem: Reprodução/Estadão)

A decisão mobilizou o Comando do Exército e o Ministério da Educação. A corporação identificou na medida da universidade uma retaliação ao governo de Jair Bolsonaro.

De acordo com a Pró-Reitoria de Graduação da universidade,  as 12 escolas mantidas pelo Exército não se enquadrariam no sistema de cotas por serem mantidas por contribuições e quotas mensais pagas por pais de alunos.

O governador do Estado de São Paulo, João Doria, e o ministro da Educação, Ricardo Vélez, já foram acionados.

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