Vereadores de situação negam plágio e afirmam que projeto foi simplificado

?O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto, disse Josino Bernardes sobre o assunto.

?O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto, disse Josino Bernardes sobre o assunto.

A desistência da Prefeitura de Formiga de executar, no espaço do Parque Municipal Dr. Leopoldo Corrêa – Praia Popular, o projeto da arquiteta Maria Cláudia Senna e a possibilidade de plágio voltou a ser assunto na reunião do Legislativo dessa semana.
Pouco antes da reunião da Câmara de segunda-feira (11), as estagiárias do Unifor-MG, que trabalham na Secretaria de Obras sob o comando da arquiteta da Prefeitura, estiveram no plenário da Casa para conversarem com o vereador Cabo Cunha, autor da denúncia do possível plágio. Segundo ele, elas pediram explicações e afirmaram que a situação estava lhes causando danos e constrangimentos.
Diante da conversa com as estagiárias e da posição da administração municipal, que informou, por meio de nota enviada ao jornal Nova Imprensa, divulgada na edição 951 do semanário, de que o projeto não poderia ser executado devido a sua inviabilidade econômica, o vereador Cabo Cunha fez uso da palavra e voltou a criticar a Prefeitura afirmando que um projeto desenvolvido durante um ano pela arquiteta, que participou de dezenas de reuniões com a administração, poderia ter sido adequado para qualquer valor. Criticou ainda, a falta de palavra de Moacir Ribeiro e a ida das alunas à Câmara. ?Como vocês da administração têm coragem de expor essas meninas a isso? O problema não é delas! Vocês (prefeito e secretário de obras) que deveriam ter vindo tirar satisfação comigo sobre o assunto?, disse o vereador.
Em outro momento da reunião, o líder do governo na Casa, vereador José Aparecido Monteiro (Zezinho Gaiola), afirmou ter buscado uma resposta sobre a denúncia feita na reunião anterior, e que a informação era mesmo de que tratava-se de uma questão de economia, já que o projeto de Maria Cláudia poderia custar cerca de R$1,8 milhão a R$2 milhões mais caro do que o feito pelas alunas do Unifor-MG, ?talvez as estagiárias tenham se empenhado tanto quanto a Maria Cláudia para desenvolver esse outro projeto, por isso quero enviar a elas uma moção elogiosa, também para a funcionária da Prefeitura que está se formando em engenharia e participou do desenvolvimento desse projeto e para arquiteta da Prefeitura também?, disse Zezinho.
Josino Bernardes de Castro também quis se manifestar e informou que apesar de ser leigo no assunto, viu os dois projetos e que apesar da possibilidade de semelhanças, não acredita que se trate de plágio. ?O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto, mas cabe a um especialista julgar isso. Mas quero aqui defender as estagiárias, porque elas ficaram ?sentidas? com essa situação, pois isso pode prejudica-las profissionalmente?, disse o vereador.
A arquiteta Maria Cláudia Senna já teve acesso ao projeto desenvolvido pelas estagiárias e pela arquiteta da Prefeitura, mas ainda não divulgou que atitude será tomada por ela sobre o assunto.

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Vereadores de situação negam plágio e afirmam que projeto foi simplificado

“O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto”, disse Josino Bernardes sobre o assunto.

“O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto", disse Josino Bernardes sobre o assunto.

A desistência da Prefeitura de Formiga de executar, no espaço do Parque Municipal Dr. Leopoldo Corrêa – Praia Popular, o projeto da arquiteta Maria Cláudia Senna e a possibilidade de plágio voltou a ser assunto na reunião do Legislativo dessa semana.

Pouco antes da reunião da Câmara de segunda-feira (11), as estagiárias do Unifor-MG, que trabalham na Secretaria de Obras sob o comando da arquiteta da Prefeitura, estiveram no plenário da Casa para conversarem com o vereador Cabo Cunha, autor da denúncia do possível plágio. Segundo ele, elas pediram explicações e afirmaram que a situação estava lhes causando danos e constrangimentos.

Diante da conversa com as estagiárias e da posição da administração municipal, que informou, por meio de nota enviada ao jornal Nova Imprensa, divulgada na edição 951 do semanário, de que o projeto não poderia ser executado devido a sua inviabilidade econômica, o vereador Cabo Cunha fez uso da palavra e voltou a criticar a Prefeitura afirmando que um projeto desenvolvido durante um ano pela arquiteta, que participou de dezenas de reuniões com a administração, poderia ter sido adequado para qualquer valor. Criticou ainda, a falta de palavra de Moacir Ribeiro e a ida das alunas à Câmara. “Como vocês da administração têm coragem de expor essas meninas a isso? O problema não é delas! Vocês (prefeito e secretário de obras) que deveriam ter vindo tirar satisfação comigo sobre o assunto”, disse o vereador.

Em outro momento da reunião, o líder do governo na Casa, vereador José Aparecido Monteiro (Zezinho Gaiola), afirmou ter buscado uma resposta sobre a denúncia feita na reunião anterior, e que a informação era mesmo de que tratava-se de uma questão de economia, já que o projeto de Maria Cláudia poderia custar cerca de R$1,8 milhão a R$2 milhões mais caro do que o feito pelas alunas do Unifor-MG, “talvez as estagiárias tenham se empenhado tanto quanto a Maria Cláudia para desenvolver esse outro projeto, por isso quero enviar a elas uma moção elogiosa, também para a funcionária da Prefeitura que está se formando em engenharia e participou do desenvolvimento desse projeto e para arquiteta da Prefeitura também”, disse Zezinho.

Josino Bernardes de Castro também quis se manifestar e informou que apesar de ser leigo no assunto, viu os dois projetos e que apesar da possibilidade de semelhanças, não acredita que se trate de plágio. “O projeto foi apenas simplificado. Mas foi feito um projeto novo e as coisas que parecem iguais é porque tem em todo projeto, mas cabe a um especialista julgar isso. Mas quero aqui defender as estagiárias, porque elas ficaram ‘sentidas’ com essa situação, pois isso pode prejudica-las profissionalmente”, disse o vereador.

A arquiteta Maria Cláudia Senna já teve acesso ao projeto desenvolvido pelas estagiárias e pela arquiteta da Prefeitura, mas ainda não divulgou que atitude será tomada por ela sobre o assunto.

 

Redação do Jornal Nova Imprensa

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Sobre o Autor

André Ribeiro

Designer do portal Últimas Notícias, especializado em ricas experiências de interação para a web. Tecnófilo por natureza e apaixonado por design gráfico. É graduado em Bacharelado em Sistemas de Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

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